... Fechei a janela, sem grandes dificuldades, e ao virar-me a encontrei sentada á beirada da cama, com as pernas cruzadas, balançando levemente a perna que estava em cima, apoiando o peso do seu corpo nos braços estendidos na cama, me olhava séria, um olhar quase que enigmático, fiz menção em me aproximar dela e prontamente fui repelida com um sonoro: NÃO! Me mantive ali imóvel, enquanto ela dizia: FIQUE NUA, AGORA! Levantei então meu vestido e o tirei através da cabeça, liberei o colchete do top que utilizava por baixo e o deixei deslizar pelos meus braços, com os polegares no elástico abaixei minha calcinha até o chão, tirei um pé e depois o outro, por último descalcei as sandálias de salto, ela preferia assim, me ver despir com dificuldades ainda calçada com saltos. Permaneci quieta com os braços para trás e a cabeça baixa, e então ouvi sua próxima ordem: VENHA ATÉ MIM COMO A CADELA QUE É. Me coloquei ajoelhada e sem seguida com as "patas" em contato com o carpete desgastado, caminhei em sua direção, sentindo o roçar do carpete em meus joelhos, foram poucos centimetros, mas o suficiente para me fazer sentir a mais vadia do mundo, humilhada aos seus pés. Parei a sua frente, cabeça e olhar baixo, minha visão era restrita ao carpete e a ponta de seu scarpin que estava apoiado no chão, senti seus dedos se entrelaçarem em meus cabelos, fazendo uma meia volta, deixando-os bem presos a sua mão, ergueu minha cabeça, me olhou séria e em seguida me fez abaixar até seu pé suspenso, encostou minha boca na ponta dele e o senti sendo esfregado nos meus lábios, abri a boca dando passagem a ele, que em poucos segundos estava me preenchendo, o chupei e lambi com uma devoção ímpar, o mundo lá fora parecia não existir, tamanho encantamento e fascínio me causava estar ali, fazendo o que fazia. Seu sapato foi retirado por ela mesma e colocado em meu rosto, cobrindo minha boca, nariz e parte da minha testa, sentia seu cheiro agora, o cheiro de seu suor em contato com o material do sapato, inebriante, entorpecedor, eu respirava cada vez mais fundo, tentando tragar ao máximo aquele aroma, logo me foi retirado e substituído por seu lindo e pequenino pé tamanho 35, com a mesma intensidade adorei aquele pé, de um lado a outro, de cima a baixo, calcanhar, sola, peito, e dedos com especial tratamento um a um, sentia-me completa agora, parece que seu pé sempre foi o que faltava em meu corpo, preenchendo minha boca coberto da minha saliva quente. Quando o retirou de mim, senti o gosto do quero mais, em vão, não fui comtemplada novamente, ao contrário, ela o calçou novamente, levantou-se, deu a volta na cama, se colocando a minha frente, porém com a cama entre nós, a esta altura eu já me encontrava ajoelhada e apesar dos olhos baixos, minha pouca visão permitiu que eu visse algo que não poderia ter visto se ela estivesse de pé no local que estava antes, a vi com as mãos na cintura, alisando de leve o pequeno cinto de couro que circundava seu corpo, pude ter total certeza de sua espessura, mais ou menos 2 centímetros, ao ve-la desfivelando o mesmo enquanto me olhava com desprezo, vi também quando com a mão direita segurou a fivela do cinto e o puxou deslizando-o pelo seu quadril, ela o dorou ao meio, fivela com ponta e o estalar do couro quando o afrouxava e o esticava com rapidez, o estalado forte ecoou tres vezes antes dela se aproximar de mim, e quando se aproximou, me fez estender meu tronco sobre a cama, com os braços esticados ao máximo, o que deixava minhas nádegas totalmente desprotegidas, senti o couro encostar em minha pele, como que conhecendo o território a ser invadido e tomado pelo inimigo, passaram-se alguns segundos entre a quase carícia do couro em minha pele até a primeira cintada, que me fez estremecer, mas não me mover, as outras vieram a seguir, cada uma mais intensa que a anterior, o estalado do couro em contato com minha pele era sonoro e ecoava nos quatro cantos daquele minúsculo quarto, pequenos intervalos entre uma cintada e outra, me faziam sentir a dor intensa de cada uma, sentia minha pele pegando fogo nesses intervalos, não me desvincilhei em momento algum, mas me entreguei á um choro sentido, alternado á soluços, em meu rosto, as gotas se suor que brotavam da minha testa se misturavam as minha lagrimas. Quando a surra cessou, após dolorosas 12 cintadas, minha carne ainda tremia, não me movi, parecia que qualquer movimento faria as dores aumentarem, senti quando ela sentou-se próxima a minha cabeça, na cama e pacientemente aguardou que eu me acalmasse, o fez acariciando levemente meus cabelos espalhados pelo lençol...
Continua...
Este blog é destinado a pessoas que curtam o BDSM em sua essencia e acreditem nas principais regras dele, o SSC (são seguro e consensual) Portanto todos os contos aqui apresentados são meramente ilustrativos de desejos de submissos(as), escravos(as),Dom(es) em comum, nenhum incentivo a violencia ou qualquer outra coisa que fuja da consensualidade.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O encontro
Lá estava eu, as 16:00h. como ordenada, em frente á um hotel barato do centro da cidade, usava um vestido preto com um decote generoso pouco acima dos joelhos, minha Dona prezava a sensualidade e não a vulgaridade, havia me arrumado caprichosamente para nosso segundo encontro, tudo ainda era muito recente, o frescor de sua dominação ainda me causava borboletas no estomago e um coração que parecia que sairia pela boca quando a vi se aproximando, do outro lado da rua, esperando o transito cessar para que pudesse chegar até onde eu estava, estava linda, com um conjunto de saia e blazer social preto, meia calça cinza chumbo fio 80, e scarpin preto, usava óculos escuros devido á um insistente sol que lutava tentando surgir por entre as nuvens daquela tarde fria de inverno. Cabelos presos em um coque que deixava seu franjão solto para os lados, estava linda, atravessou a rua e diminuindo os passos quando se aproximou de mim, mas sem parar me disse: VAMOS! Eu então a segui até a recepção do hotel, um lugar bastante frequentado por prostitutas em seus programas, ela havia escolhido aquele local porque queria me humilhar mais ainda, dizia que uma vadia como eu não precisava de um local bonito e elegante para ser possuída, que aquele hotel estava de bom tamanho para mim. Passamos pela recepcionista que parecia apática ao seu serviço, entregou as chaves do quarto sem sequer nos olhar ou esboçar qualquer simpatia, caminhamos até o elevador que estava parado no térreo, entramos, era um desse antigos, espaçosos, não tinha espelho, os botões estvam gastos e alguns até precisavam de algum jeitinho para poderem ser apertados, o piso era forrado com um carpete verde surrado e sujo, nos cantos se desprendia e desfiava. Chegamos ao andar, saimos pelo corredor com ela procurando o quarto cujo numero estava na chave, o corredor era grande, cheio de portas brancas com rodapés amarelados, o piso era de um granito muito antigo. Encontramos o quarto, ela colocou a chave , girou e abriu, em uma ligeira olhada antes de sua primeira ordem, observei que o carpete do elevador era o mesmo do quarto, esverdeado, as paredes brancas sem decoração alguma, a cama de madeira, baixa, com um colchão rosa que parecia limpo. Em frente a cama uma tv de 14" acoplada á um suporte fortemente preso a parede, ao lado da tv um comunicado: "Para ter canal adulto acertar 10% a mais do valor da diária na recepção". Havia também um banheiro minúsculo, com uma pia simples e um vaso sanitário bege claro, o acento do vaso sanitário obviamente havia sido adaptado após a colocação do mesmo, já que era branco e não bege. O box era mais espaçoso, mas igualmente antigo, com o acrilico que o fechava da cor fume, um chuveiro sem luxos e azulejos que acompanhavam o restante do banheiro, marrom. As paredes tinham azulejos brancos e quadrados até a metade, e acima eram pintadas de branco também. A janela do quarto era de madeira, dessas que temos que puxar com força e girar para encaixar, essa só descobri depois da primeira ordem que foi: FECHE A JANELA!
Continua....
Continua....
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