quarta-feira, 28 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O empréstimo

   Eu já havia me entregado ao BDSM há alguns anos, tendo minha Dona como diretriz de todos os meus pensamentos, aprendizado e doutrina. Minha zona de conforto foi brutalmente impactada quando fui informada de que seria emprestada para um casal durante um final de semana. As poucas horas que pude refletir sobre o assunto, me apavoraram, tive poucas horas pois soube do empréstimo na sexta-feira a tarde e tudo começou a acontecer na mesma sexta-feira a noite.
   Minha Dona me arrumou caprichosamente, sem roupas íntimas, um vestido clarinho de alças, desclaça e com um pequeno lacinho na cabeça, para dar graciosidade a cadela, disse ela. Me levou de carro até o local combinado, uma casa em um bairro tranquilo do outro lado da cidade. Ao chegar no local, o casal já nos aguardava em frente da casa. Descemos do carro e eu sentia um frio percorrendo toda a espinha, me mantive calada todo o tempo, apenas beijei as mãos dos dois sob a ordem da minha Dona. Eles conversaram durante um tempo e eu me mantive afastada, de cabeça baixa. Minha Dona se aproximou de mim, mandou olha-la e eu o fiz, ela me disse: SABE QUE ME PERTENCE, ENTÃO É MEU OBJETO, E SENDO ASSIM FAÇO COM VOCE O QUE QUISER. VOCE ESCOLHEU DEIXAR SEU CORPO E SUA ALMA SOB MINHA RESPONSABILIDADE, ENTÃO NÃO SE ATREVA A ME QUESTIONAR, CUMPRA ESSA ORDEM COMO CUMPRIU A TODAS AS OUTRAS, NA SEGUNDA-FEIRA SABEREI DE TUDO O QUE ACONTECER DURANTE ESTE FINAL DE SEMANA, E EU ESPERO NÃO TER RECLAMAÇÕES SUAS QUE GEREM UM CASTIGO SEVERO. Depois de ouvi-la, mantive-me resignada e de cabeça baixa, e dessa forma entrei na casa sob as ordens da mulher, entrei e eles permaneceram mais alguns minutos no portão conversando com minha Dona. Fiquei imóvel ao lado da porta e assim que eles entraram, a porta se fechou. Nesse momento, senti uma vontade de sair correndo e agarrar nas pernas da minha Dona, me senti como uma criança deixada de lado. Mas sabia que não podia fazer o que tinha vontade, mesmo porque, minha Dona sempre deixou claro que eu não tinha vontade, eu era uma extensão dela, portanto, sua vontade devia ser a minha também.
   Os dois me olhavam fixamente de cima a baixo, andando a minha volta, a mulher se apriximou, tirou me cabelo de lado  me cheirou, tirou as alças do meu vestido de lado, o que o fez cair no chão e fiquei nua. O homem, sentado em uma poltrona, alisava seu membro por cima da calça, e me olhava sério, ele mandou me aproximar, abrir as pernas, virar de costas para ele e arquear o corpo para frente, obedeci e desta forma fiquei totalmente exposta aos olhos dos dois, para a inspeção, me elogiaram pois eu estava depilada corretamente. Ele então mandou que voltasse a ficar ereta e virasse de frente, continuei obedecendo, e dessa vez quem inspecionou foi a mulher, apertou meus seios e os manipulou bastante para sentir o peso e textura. Quando terminou a inspeção me mandou ajoelhar, a essa altura o membro dele já estava fora da calça e ereto, ela se abaixou ao meu lado, entrelaçou seus dedos nos meus cabelos e empurrou minha cabeça em direção ao membro, tive que agrada-lo como ele quis, chupando e lambendo de cima abaixo, sugando e lambendo suas bolas, alisando com a língua a cabeça do seu membro. Depois de um bom tempo, ela mesma retirou minha cabeça dali, puxando meus cabelos, se levantou e disse: AGORA EU! Levantou a saia que usava, tirou a calcinha, sentou no colo do homem, abriu as perans e novamente puxou meus cabelos, agora na direção do seu sexo, tinha um gosto forte e era bem quente, fiquei ali mais um bom tempo. Quando ela se levantou, me fez levantar também, sempre pelos cabelos, e me manteve segura assim, o homem também levantou-se e ela me colocou ajoelhada na poltrona em que eles estavam, pude ver pelo reflexo do grande espelho que havia a frente da poltrona, o momento em que desabotou o cinto que usava, o tirou e o dobrou ao meio, ele manteve-se em pé, enquanto ela aplicava fortes palmadas em minha bunda, certamente para esquenta-la e prepara-la para surra que viria, foram umas quinze acho, fortes, estaladas e ardidas. Ela se afastou, ele se aproximou, e sem mais esperar, me deu a primeira cintada, mais forte do que eu podia imaginar, o contato do cinto com a minha bunda criava sons altos, e dores intensas. A surra terminou 10 minutos depois, mas foram 10 minutos longos e doídos.
   Fui retirada da poltrona pela mulher e levada para o quintal nos fundos da casa, lá ela me refrescou da surra com um banho de jato de mangueira fria, além do frio, doeu, pois, ela intencionalmente mirava os jatos nas partes mais sensiveis, mamilos e as marcas da bunda, me proibiu de proteger qualquer parte do corpo e mandou que eu ficasse rodando lentamente, para que os jatos atingissem todas as partes que ela quisesse. Depois do banho ela me levou até o local que seria minha morada durante o fim de semana, um pequeno comodo no fundo do quintal, me colocou lá dentro e trancou a porta por fora. Era um local de uns oito metros quadrados no máximo, com um colchonete fino e um lençol, num dos cantos haviam dois potes, um com água e outro com pão despedaçado. Depois de me esquentar um pouco com o lençol, usufrui daquela refeição que me era ofertada. Não demorei a adormecer, o cansaço era grande, e além do mais o fim de semana estava apenas começando...

continua

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O sabor da humilhação 3 - final

   Depois das duas experiencias fantásticas que tive com Anne nunca mais fui a mesma, meus pensamentos, meus desejos e vontades eram só dela, todos os dias ansiava por novos momentos como aqueles como desejava o ar para respirar.
   Ela por sua vez permanecia com a mesma indiferença no dia-a-dia, deixando-me cada vez mais entregue as suas vontades e aguardando seu novo chamado, que aconteceu duas semanas depois e foi decisivo na nossa relação Dona e submissa.
   Era uma sexta-feira, final de expediente, dia normal, sem grandes acontecimentos até a chegada de um e-mail quando verificava desprentenciosamente minha caixa de mensagens, o e-mail dizia assim: CHEGOU O DIA! HOJE VOU POSSUÍ-LA POR INTEIRO, ORDENO QUE ESTEJA PRONTA PARA SUA DONA AS 20:30h NO SEGUINTE ENDEREÇO:...Eu anotei o endereço com o coração aos pulos e com um friozinho na barriga. Saí do trabalho as 18:00 e não cruzei com ela quando me despedi dos demais colegas, fui para casa, e no caminho só poensava naquelas palavras "esteja pronta para sua Dona", como será que deveria me aprontar, que roupa vestir, que sapato calçar, tantas dúvidas e pensamentos que nem vi o caminho que fiz até chegar em casa, parecia que estava em um estado hipnótico submersa em meus pensamentos.
   Quando cheguei em casa fui direto para o banho e quase que instintivamente fui me preparando, depilei toda minha parte íntima e apliquei uma pequena quantidade de água morna no meu anus, para retirar qualquer impureza existente, queria estar completamente limpa e oferecer o melhor de mim para Ela. Saí do banho e coloquei um vestido preto tomara que caia, uma jaquetinha jeans e calcei uma sapatilha, por baixo usava uma calcinha preta também. Penteei meus cabelos com capricho, um pouco de perfume e um batom bem simples, me olhei no espelho e vi em mim, enfim, uma submissa completa, pronta para se entregar por competo, sem restrições, aberta a tudo o que Ela desejasse fazer de mim. Peguei a bolsa com o endereço e saí, cheguei as 20:20h na frente da casa do endereço, e aguardei uns minutos, não queria desagrada-La com minha chegada adiantada, e durante esses minutos milhões de coisas passaram pela minha cabeça, o que aconteceria comigo naqauela noite? O que Ela preparara para aquela noite? Como eu me saíria? Será que saberia agrada-La? Enfim, tudo passou pela minha mente, menos não estar ali, minha alma submissa gritava e me impulsionava sem sequer pensar em voltar para trás.
   Olhei no relógio eram 20:28h, decidi tocar a campanhia, e o fiz, pelo interfone sua voz surgiu e disse: ENTRA! MAS ENTRA COMO A CADELA QUE É, DE QUATRO! Meu coração disparou naquela hora, entre o portão e a porta de sua casa havia um espaço de uns 20 metros, a céu aberto, morri de medo de alguém ver, mas o desejo de obedece-la foi maior e engoli meu medo e minha vergonha, e ali mesmo na calçada me coloquei de quatro, empurrei o portão e atravessei o pequeno jardim dessa forma, equilibrando a bolsa e rastejando. Quando cheguei na porta ela me aguardava em pé, altiva e me olhando fixamente, se curvou levemente e me ofereceu sua mão, e eu a beijei e lambi de leve, ela entrou e eu fui atrás da minha Dona, ela fechou a porta e foi sentar-se em uma poltrona que havia na sala, fiquei ali a sua frente de quatro enquanto ela me olhava, lentamente começou a roçar seu pé pelo meu braço esquerdo e me mandou ajoelhar com as pernas abertas e com as mãos sobre os joelhos com as palmas viradas para cima, e sem delongas roçou seu pé no meu sexo, senti o bico de seu sapato percorrer de cima a baixo e ela disse: VAMOS CADELA! SEI QUE VOCE ESTÁ NO CIO, QUERO VE-LA SE MASTURBANDO NOS MEUS PÉS E AO MEUS PÉS! Comecei então um movimento de vai e vem que foi aumentando a velocidade, eu já gemia baixinho e de olhos fechados sentia aquele momento intensamente, fui retirada desse momento de transe com um forte tapa na cara que me fez cair sentada no chão, um tapa estalado e ardido, abri os olhos e imediatamente voltei a posição inicial, ela se levantou e sem dó pisou com força em uma das minhas mãos com seu salto agulha, tremi, mas não disse uma palavra, suportei em silencio. Ela parou de pisar e andou ao meu redor dizendo: CADELA MINHA NÃO ANDA VESTIDA, DEVE SEMPRE ESTAR EXPOSTA PARA A VONTADE DA DONA, QUERO VOCE ASSIM AGORA CADELA. Imediatamente tirei meu casaco, meu vestido e minha calcinha, fiquei completamente nua para os desejos Dela, entregue totalmente. De repente aquela sensação de calmaria acabou quando ela ferozmente me puxou pelos cabelos e me fez agressivamente lamber o chão, dizendo: SUA IMUNDA, UMA VAGABUNDA COMO VOCE MERECE ESTAR AÍ ONDE ESTA E LAMBER CADA PEDAÇO DE CHÃO QUE EU PISO, UMA CADELA DO SEU TIPO PRECISA SER HUMILHADA PARA VIVER, E PODE TER CERTEZA QUE ME SERVIR NÃO SERÁ FÁCIL PRA VOCE, TERÁS UMA VIDA DE SOFRIMENTO, TORTURA CONSTANTE E APRENDERÁS O SENTIDO DA PALAVRA DEVOÇÃO, ISSO É SÓ O INÍCIO DA TUA VIDA DE ESCRAVA, SENTIRÁ NA CARNE A DOR, NA PELE TERÁ AS MARCAS DO MEU COMANDO E NA ALMA SUA MARCA SERÁ ETERNA, COMO UM BOI MARCADO A FERRO, JAMAIS DEIXARÁ DE ME PERTENCER, ME OBEDECERÁ EM CADA SEGUNDO DA TUA VIDA MEDIOCRE, SERÁS MEU CAPACHO, MEU PANO DE CHÃO, MEU OBJETO SEM VALOR, E NO FUNDO DO TEU CORAÇÃO AGRADECERÁ POR CADA DIA SEU QUE EU INFERNIZAR COM MEUS DESEJOS E ORDENS. SERÁS MINHA TODO TEMPO, ENTÃO, CADA CHAMADO MEU DEVERÁ SER ATENDIDO PRONTAMENTE, SEJA O QUE ESTIVER FAZENDO OU ONDE ESTIVER, EU SEREI O PONTO PRINCIPAL DA SUA EXISTENCIA, E ISSO TE FARÁ FELIZ. AGORA LAMBE AS SOLAS DOS MEUS SAPATOS EM PROVA DA TUA DEVOÇÃO SUA PUTA. Naquele momento devorei cada milimetro dos seus sapatos, uma espécie de confirmação para tudo o que ela havia dito, e enquanto eu me entregava Ela sorria, sabendo que dali em diante, eu era sem dúvida nenhuma, Dela.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O sabor da humilhção 2 - continuação

      Dias se passaram depois daquela tarde naquela sala, e durante esses dias o comportamento de Anne quanto a mim permanecia o mesmo de quando nos conhecemos, indeifrente. Porém, algo em mim mudou completamente depois do momento que vivi com ela. Meus pensamentos não eram mais os mesmos, tudo parecia clarear na minha mente, com o passar dos dias pude refletir o que era aquela atração que tinha por ela, era algo além do que qualquer denominação como heterossexual, homossexual, bissexual, enfim, todas essas que já conhecemos, era muito mais forte.
      Com o tempo passando, a lembrança se distanciava mais e mais, e a vontade de ter algo parecido com aquilo que ela me proporcionou ficava cada vez mais intenso, as vezes tinha ímpetos de correr até a mesa dela e implorar por sua humilhação, implorar para que me usasse novamente como seu objeto, mas me continha, tinha medo da reação dela.
      Depois de quase um mes, tudo voltou a tona quando esbarrei com ela no banheiro. Eu estava saindo de uma das cabines e deparei com ela na porta, levei um susto, pois ela me empurrou rápido para dentro de novo, para que ninguém nos visse ali juntas. Entramos na cabine, ela trancou a porta e me olhava séria fixamente, meu coração batia tão forte que nem sei explicar. Repentinamente ela me deu um forte tapa no rosto que me fez cambalear, e após o tapa disse: O QUE ESPERA PRA SE AJOELHAR DIANTE DA TUA DONA SUA IMUNDA? Eu ainda meio tonta pelo tapa recebido, obedeci e me ajoelhei no pequeno espaço, ela colocou seu pé direito sobre o vaso sanitário e me mandou lamber, ela usava naquele dia um scarpin preto, e eu comecei a lambe-lo desesperadamente, eu desejava aquilo como se deseja água quando se está morrendo de sede. Lambi ferozmente cada centimetro daquele sapato que ela propositalmente mexia para que minha língua entrasse em contato com o vaso sanitário tambem, mas eu não me importava em laber aquele assento também, desde que pudesse continuar a lamber e beijar aquele sapato.
      Ela permitiu que eu me lambuzasse o quanto ela quis, quando desceu o pé, fiquei com aquele gosto de quero mais na boca, e cheguei a lamber no vazio por alguns segundos, o que lhe causou uma gargalhada baixinha, pois estavamos dentro do banheiro. Quando me recompus, ela me trocou de lugar, levantou seu vestido, abaixou sua calcinha e se sentou no vaso sanitário com as pernas abertas, pegou minhas mãos e juntou-as formando uma conchinha, as posicionou bem abaixo do seu sexo e como um presente, o mais belo presente, urinou, senti aquele líquido dourado quente escorrer pelas minhas mãos,  e já enlouquecida de tesão, chorando e sorrindo ao mesmo tempo, me aproximei do vaso sanitário e tentei alcançar algumas gotas com língua, mas não consegui, o maximo que senti foi o calor que estava entre seu sexo e o vaso. Ela então disse: USA TUAS PATAS CADELA! APROVEITA CADA GOTA QUE FICOU NELAS E LAMBE TUDO, SENTI O GOSTO DA TUA DONA! Sem pensar levei as mãso a boca e me deliciei com o gosto do seu mijo, com o sabor daquele líquido dourado, quente e forte, lambi tudo que pude enquanto ela me observava como se observa um animal faminto. Meu corpo tremia inteiro de tanto tesão, ela levantou meu rosto delicadamente pelo queixo e me olhando fixamente me presenteou novamente, só que desta vez com seu beijo de Rainha, uma cuspida intensa e forte que atingiu meus olhos, nariz e boca. Sem forças e com a voz sumida e tremida eu agradeci. Ela se levantou, se recompos, cuidadosamente olhou para se certificar de que ninguem estava no local e saiu. Fiquei ali ainda por alguns minutos, ajoelhada, com as mão úmidas e o rosto coberto pelo seu beijo. Quando consegui me recompor voltei ao trabalho, sem concentração alguma, mas voltei....

continua

O sabor da humilhação

      No alto dos meus 30 anos, jamais pensei que pudesse saborear algo tão intenso e delicioso como o gosto da humilhação. E fui privilegiada com esse sabor ao conhecer uma nova colega de trabalho, Anne, até seu nome é doce de ser pronunciado, é forte como ela.
      Quando a encontrei pela primeira vez no ambiente de trabalho, não imaginava do que se tratava aquela minha fascinação por ela, até então, eu nunca havia me interessado por uma mulher nenhuma, e o interesse que surgia em mim não era comum, como o que tinha por homens, era diferente, e até então não sabia explicar nem para mim mesma. Percebia também que ela me via de forma diferente das demais colegas de trabalho, nunca presenciei um sorriso seu para mim, nem sequer um olhar como ao que dirigia as demais colegas, seu olhar era sempre ríspido, sempre demonstrando certa repulgnancia e isso me instigava.
      No dia em que foi designado que trabalhassemos juntas e um projeto, pensei que poderia emfim conhece-la melhor e entender o porque daquele tratamento comigo. Entramos em uma das salas que estava vazia para trabalharmos naquele projeto, e durante todo o tempo ela agia como se estivesse sozinha no local, ignorando sumariamente minha presença. Depois de algum tempo, não aguentei e perguntei a ela: DESCULPE. MAS EU TE INCOMODO? Naquele momento ela se desligou do que estava fazendo, tirou seus oculos lentamente, deixou em cima da mesa, ignorou a ordem pendurada na parede: PROIBIDO FUMAR e acendeu um cigarro, me olhou séria, com aquele mesmo olhar de desprezo de sempre e disse: VOCE REALMENTE SE ACHA SIGNIFICANTE O BASTANTE PARA INCOMODAR ALGUÉM? Fiquei sem reação, apenas olhando-a e ela continuou com tom de voz sereno e firme: ACHA MESMO QUE CONSIDERO QUE SEJA TANTO QUANTO EU? EU SINTO CHEIRO DE CADELAS A QUILOMETROS DE DISTANCIA, E COM VOCE NÃO FOI DIFERENTE, SEU JEITO, SEU CHEIRO DE VADIA, SEU OLHAR SUBMISSO, TUDO ISSO NÃO ME ENGANA, SEI QUE É UMA CADELINHA PRECISANDO DESESPERADAMENTE DE UMA DONA QUE A DOMINE E A COLOQUE EM SEU LUGAR. Ainda sem reação engoli a seco todas aquelas palavras e nada disse, ela pela primeira vez sorriu em minha direção, mas seu sorriso era de sarcasmo, deboche, continuou fumando seu cigarro e me olhando fixamente, e eu, como que confirmando tudo o que ela disse, baixei a cabeça e não tinha mais coragem para encara-la, e sem dizer mais nada, ela levantou meu rosto pelo meu queixo, me fez abrir a boca, eu obedeci sem resistencia, ela aproximou seu cigarro dos meus lábios e delicadamente bateu as cinzas dele na minha língua, sentindo-me humilhada, deixei uma lágrima escorrer pelo canto do meu rosto, ela novamente sorriu e disse: DEVE ESTAR CHORANDO DE EMOÇÃO CERTAMENTE, AFINAL, NÃO É TODO DIA QUE A GENTE DESCOBRE NOSSA VERDADEIRA VOCAÇÃO, E VOCE ACABOU DE DESCOBRIR A SUA, SERVIR! SERVIR COMO UM OBJETO A SER USADO POR MIM. Continuei calada, sentindo o gosto amargo da cinza do cigarro, misturado ao gosto de ser humilhada, e diante daquilo não pude fazer nada mais do que obedece-la dali em diante, ela me mandou ajoelhar ao lado dela, e enquanto terminava o trabalho, terminou também de fumar o seu cigarro, sempre depositando as cinzas na minha boca. Sim, eu permaneci ajoelhada ao seu lado com a boca aberta como ela ordenou, e quando terminou de fumar, aproximou a brasa da minha língua, eu tremi, mas em momento algum fiz menção em sair dali ou reclamar, apenas aguardei sua decisão, como uma perfeita submissa. Ela decidiu me poupar e apagar o cigarro no chão, pisando nele, mas não me poupou de limpar a parte do seu sapato que havia apagado o cigarro, limpei com a língua e permaneci ali, ajoelhada até que ela ordenou que me levantasse e voltasse ao trabalho normalmente...

continua

Conto-1: Submissão forçada

Eu era uma mulher recém divorciada e
chegada do interior. Toda vida fui
zelosa com meu marido e casa, tinha
uma vida convencional e pacata, até
que uma traição selou o término
do meu casamento de 10 anos.
.
Na época eu estava com 34 anos, sem
filhos e agora sem rumo também,
decidi que aquela cidade do interior
não seria mais tão boa para mim e
decidi ir para a capital. Sem muito
estudo e nem experiência, pois nunca
havia trabalhado fora de casa, o jeito
foi procurar um emprego de doméstica.
.
Assim que cheguei na cidade
intalei-me em um hotel baratinho e fui
logo procurando emprego, pois o
dinheiro que tinha não seria suficiente
para muito tempo de estadia.
Comprei um jornal e fui direto aos
classificados, lé encontrei vários anúncios
e um deles chamou minha atenção por
oferecer moradia na casa onde se deveria
trabalhar, o anuncio dizia o seguinte:
.
PRECISA-SE DE EMPREGADA DOMÉSTICA PARA
ATRIBUIÇÕES DO LAR E OUTROS SERVIÇOS.
REGIME DE TRABALHO 24 POR 7.
.
Liguei para o numero indicado e marquei uma entrevista para
aquela mesma tarde. Cheguei no horário combinado e quem
me recebeu foi a dona da casa, ela morava só, se apresentou
como MISTRESS FERNANDA, disse que eu deveria sempre
chamá-la assim, concordei com a cabeça. Logo no início da
entrevista ela me falou dos afazeres diários, nada demais até
então, porém ela tinha algumas condições que eu devia seguir.
.
Eu deveria estar sempre nua, exposta para ela 24 horas por dia,
7 dias por semana, aquilo me espantou, mas eu precisava de
emprego. Não podia me dar o luxo de negar nada, novamente
concordei com a cabeça. Ela muito séria me disse que além da
entrevista precisaria fazer um teste prático para ela ver se eu
servia para o que ela desejava.
.
Imaginei que me mandaria lavar ou limpar alguma coisa, mas
para meu espanto novamente, ela me conduziu até o quarto de
empregada e mandou que eu vestisse o que estava colocado
sobre a cama, era uma cinta liga preta com meia calça sete
oitavos e só, nada mais, me deu 5 minutos para me preparar, e
assim o fiz, quando estava pronta fui até a sala onde ela me
aguardava, ela sorriu sarcasticamente e mandou que eu me
colocasse de quatro em cima de um puf colocado por ela ali, eu
obedeci, ela segurou firme em uma das mãos um chicote curto
e na outra uma canne (espécie de vara fina feita de bambu).
.
Mandou que eu chupasse meu dedo do meio e lambuzasse
para enfiar no meu rabo, e assim o fiz, ela então começou com
algumas chicotadas e varadas na minha bunda, em seguida me
mandou sentar no puf com as pernas bem abertas, a essa
altura eu já chorava baixinho, com dores e medo me sentindo
humilhada. Ela colocou em meu pescoço uma coleira e uma
guia, pela qual comandava meus movimentos. E eu ali naquela
posição levei varias chicotadas na buceta e bati uma siririca
por ordem dela, todos os meus dedos foram enterrados na
minha buceta, mas ela queria mais, me humilhava dizendo que
eu era uma puta nata, que tinha nascido para ser escrava e em
seguida disse ironicamente: Vamos ver como essa
empregadinha se sai utilizando legumes.
.
E me mandou enfiar um pepino grosso na buceta. Obedeci e
continuei apanhando. Quando ela se cansou da minha moleza,
decidiu ela mesma meter o pepino em mim, com força, me
arrombando e batendo. O pepino foi só o primeiro objeto que
ela me introduziu, em seguida me fudeu com um plug que
aumentava de tamanho dentro de mim, minhas pernas tremiam
de tesão e medo ao mesmo tempo, mas nenhum dos dois
objetos a satisfizeram, ela então mandou que eu engolisse um
monstruoso consolo com a buceta.

Assim como eu...