segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O encontro - parte 2

   ... Fechei a janela, sem grandes dificuldades, e ao virar-me a encontrei sentada á beirada da cama, com as pernas cruzadas, balançando levemente a perna que estava em cima, apoiando o peso do seu corpo nos braços estendidos na cama, me olhava séria, um olhar quase que enigmático, fiz menção em me aproximar dela e prontamente fui repelida com um sonoro: NÃO! Me mantive ali imóvel, enquanto ela dizia: FIQUE NUA, AGORA! Levantei então meu vestido e o tirei através da cabeça, liberei o colchete do top que utilizava por baixo e o deixei deslizar pelos meus braços, com os polegares no elástico abaixei minha calcinha até o chão, tirei um pé e depois o outro, por último descalcei as sandálias de salto, ela preferia assim, me ver despir com dificuldades ainda calçada com saltos. Permaneci quieta com os braços para trás e a cabeça baixa, e então ouvi sua próxima ordem: VENHA ATÉ MIM COMO A CADELA QUE É. Me coloquei ajoelhada e sem seguida com as "patas" em contato com o carpete desgastado, caminhei em sua direção, sentindo o roçar do carpete em meus joelhos, foram poucos centimetros, mas o suficiente para me fazer sentir a mais vadia do mundo, humilhada aos seus pés. Parei a sua frente, cabeça e olhar baixo, minha visão era restrita ao carpete e a ponta de seu scarpin que estava apoiado no chão, senti seus dedos se entrelaçarem em meus cabelos, fazendo uma meia volta, deixando-os bem presos a sua mão, ergueu minha cabeça, me olhou séria e em seguida me fez abaixar até seu pé suspenso, encostou minha boca na ponta dele e o senti sendo esfregado nos meus lábios, abri a boca dando passagem a ele, que em poucos segundos estava me preenchendo, o chupei e lambi com uma devoção ímpar, o mundo lá fora parecia não existir, tamanho encantamento e fascínio me causava estar ali, fazendo o que fazia. Seu sapato foi retirado por ela mesma e colocado em meu rosto, cobrindo minha boca, nariz e parte da minha testa, sentia seu cheiro agora, o cheiro de seu suor em contato com o material do sapato, inebriante, entorpecedor, eu respirava cada vez mais fundo, tentando tragar ao máximo aquele aroma, logo me foi retirado e substituído por seu lindo e pequenino pé tamanho 35, com a mesma intensidade adorei aquele pé, de um lado a outro, de cima a baixo, calcanhar, sola, peito, e dedos com especial tratamento um a um, sentia-me completa agora, parece que seu pé sempre foi o que faltava em meu corpo, preenchendo minha boca coberto da minha saliva quente. Quando o retirou de mim, senti o gosto do quero mais, em vão, não fui comtemplada novamente, ao contrário, ela o calçou novamente, levantou-se, deu a volta na cama, se colocando a minha frente, porém com a cama entre nós, a esta altura eu já me encontrava ajoelhada e apesar dos olhos baixos, minha pouca visão permitiu que eu visse algo que não poderia ter visto se ela estivesse de pé no local que estava antes, a vi com as mãos na cintura, alisando de leve o pequeno cinto de couro que circundava seu corpo, pude ter total certeza de sua espessura, mais ou menos 2 centímetros, ao ve-la desfivelando o mesmo enquanto me olhava com desprezo, vi também quando com a mão direita segurou a fivela do cinto e o puxou deslizando-o pelo seu quadril, ela o dorou ao meio, fivela com ponta e o estalar do couro quando o afrouxava e o esticava com rapidez, o estalado forte ecoou tres vezes antes dela se aproximar de mim, e quando se aproximou, me fez estender meu tronco sobre a cama, com os braços esticados ao máximo, o que deixava minhas nádegas totalmente desprotegidas, senti o couro encostar em minha pele, como que conhecendo o território a ser invadido e tomado pelo inimigo, passaram-se alguns segundos entre a quase carícia do couro em minha pele até a primeira cintada, que me fez estremecer, mas não me mover, as outras vieram a seguir, cada uma mais intensa que a anterior, o estalado do couro em contato com minha pele era sonoro e ecoava nos quatro cantos daquele minúsculo quarto, pequenos intervalos entre uma cintada e outra, me faziam sentir a dor intensa de cada uma, sentia minha pele pegando fogo nesses intervalos, não me desvincilhei em momento algum, mas me entreguei á um choro sentido, alternado á soluços, em meu rosto, as gotas se suor que brotavam da minha testa se misturavam as minha lagrimas. Quando a surra cessou, após dolorosas 12 cintadas, minha carne ainda tremia, não me movi, parecia que qualquer movimento faria as dores aumentarem, senti quando ela sentou-se próxima a minha cabeça, na cama e pacientemente aguardou que eu me acalmasse, o fez acariciando levemente meus cabelos espalhados pelo lençol...

Continua...

Um comentário:

  1. amiga ficou muito bom o conto espero que faça mais sabe que gosto de ler seus contos. beijao e saudades

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