quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O sabor da humilhação 3 - final

   Depois das duas experiencias fantásticas que tive com Anne nunca mais fui a mesma, meus pensamentos, meus desejos e vontades eram só dela, todos os dias ansiava por novos momentos como aqueles como desejava o ar para respirar.
   Ela por sua vez permanecia com a mesma indiferença no dia-a-dia, deixando-me cada vez mais entregue as suas vontades e aguardando seu novo chamado, que aconteceu duas semanas depois e foi decisivo na nossa relação Dona e submissa.
   Era uma sexta-feira, final de expediente, dia normal, sem grandes acontecimentos até a chegada de um e-mail quando verificava desprentenciosamente minha caixa de mensagens, o e-mail dizia assim: CHEGOU O DIA! HOJE VOU POSSUÍ-LA POR INTEIRO, ORDENO QUE ESTEJA PRONTA PARA SUA DONA AS 20:30h NO SEGUINTE ENDEREÇO:...Eu anotei o endereço com o coração aos pulos e com um friozinho na barriga. Saí do trabalho as 18:00 e não cruzei com ela quando me despedi dos demais colegas, fui para casa, e no caminho só poensava naquelas palavras "esteja pronta para sua Dona", como será que deveria me aprontar, que roupa vestir, que sapato calçar, tantas dúvidas e pensamentos que nem vi o caminho que fiz até chegar em casa, parecia que estava em um estado hipnótico submersa em meus pensamentos.
   Quando cheguei em casa fui direto para o banho e quase que instintivamente fui me preparando, depilei toda minha parte íntima e apliquei uma pequena quantidade de água morna no meu anus, para retirar qualquer impureza existente, queria estar completamente limpa e oferecer o melhor de mim para Ela. Saí do banho e coloquei um vestido preto tomara que caia, uma jaquetinha jeans e calcei uma sapatilha, por baixo usava uma calcinha preta também. Penteei meus cabelos com capricho, um pouco de perfume e um batom bem simples, me olhei no espelho e vi em mim, enfim, uma submissa completa, pronta para se entregar por competo, sem restrições, aberta a tudo o que Ela desejasse fazer de mim. Peguei a bolsa com o endereço e saí, cheguei as 20:20h na frente da casa do endereço, e aguardei uns minutos, não queria desagrada-La com minha chegada adiantada, e durante esses minutos milhões de coisas passaram pela minha cabeça, o que aconteceria comigo naqauela noite? O que Ela preparara para aquela noite? Como eu me saíria? Será que saberia agrada-La? Enfim, tudo passou pela minha mente, menos não estar ali, minha alma submissa gritava e me impulsionava sem sequer pensar em voltar para trás.
   Olhei no relógio eram 20:28h, decidi tocar a campanhia, e o fiz, pelo interfone sua voz surgiu e disse: ENTRA! MAS ENTRA COMO A CADELA QUE É, DE QUATRO! Meu coração disparou naquela hora, entre o portão e a porta de sua casa havia um espaço de uns 20 metros, a céu aberto, morri de medo de alguém ver, mas o desejo de obedece-la foi maior e engoli meu medo e minha vergonha, e ali mesmo na calçada me coloquei de quatro, empurrei o portão e atravessei o pequeno jardim dessa forma, equilibrando a bolsa e rastejando. Quando cheguei na porta ela me aguardava em pé, altiva e me olhando fixamente, se curvou levemente e me ofereceu sua mão, e eu a beijei e lambi de leve, ela entrou e eu fui atrás da minha Dona, ela fechou a porta e foi sentar-se em uma poltrona que havia na sala, fiquei ali a sua frente de quatro enquanto ela me olhava, lentamente começou a roçar seu pé pelo meu braço esquerdo e me mandou ajoelhar com as pernas abertas e com as mãos sobre os joelhos com as palmas viradas para cima, e sem delongas roçou seu pé no meu sexo, senti o bico de seu sapato percorrer de cima a baixo e ela disse: VAMOS CADELA! SEI QUE VOCE ESTÁ NO CIO, QUERO VE-LA SE MASTURBANDO NOS MEUS PÉS E AO MEUS PÉS! Comecei então um movimento de vai e vem que foi aumentando a velocidade, eu já gemia baixinho e de olhos fechados sentia aquele momento intensamente, fui retirada desse momento de transe com um forte tapa na cara que me fez cair sentada no chão, um tapa estalado e ardido, abri os olhos e imediatamente voltei a posição inicial, ela se levantou e sem dó pisou com força em uma das minhas mãos com seu salto agulha, tremi, mas não disse uma palavra, suportei em silencio. Ela parou de pisar e andou ao meu redor dizendo: CADELA MINHA NÃO ANDA VESTIDA, DEVE SEMPRE ESTAR EXPOSTA PARA A VONTADE DA DONA, QUERO VOCE ASSIM AGORA CADELA. Imediatamente tirei meu casaco, meu vestido e minha calcinha, fiquei completamente nua para os desejos Dela, entregue totalmente. De repente aquela sensação de calmaria acabou quando ela ferozmente me puxou pelos cabelos e me fez agressivamente lamber o chão, dizendo: SUA IMUNDA, UMA VAGABUNDA COMO VOCE MERECE ESTAR AÍ ONDE ESTA E LAMBER CADA PEDAÇO DE CHÃO QUE EU PISO, UMA CADELA DO SEU TIPO PRECISA SER HUMILHADA PARA VIVER, E PODE TER CERTEZA QUE ME SERVIR NÃO SERÁ FÁCIL PRA VOCE, TERÁS UMA VIDA DE SOFRIMENTO, TORTURA CONSTANTE E APRENDERÁS O SENTIDO DA PALAVRA DEVOÇÃO, ISSO É SÓ O INÍCIO DA TUA VIDA DE ESCRAVA, SENTIRÁ NA CARNE A DOR, NA PELE TERÁ AS MARCAS DO MEU COMANDO E NA ALMA SUA MARCA SERÁ ETERNA, COMO UM BOI MARCADO A FERRO, JAMAIS DEIXARÁ DE ME PERTENCER, ME OBEDECERÁ EM CADA SEGUNDO DA TUA VIDA MEDIOCRE, SERÁS MEU CAPACHO, MEU PANO DE CHÃO, MEU OBJETO SEM VALOR, E NO FUNDO DO TEU CORAÇÃO AGRADECERÁ POR CADA DIA SEU QUE EU INFERNIZAR COM MEUS DESEJOS E ORDENS. SERÁS MINHA TODO TEMPO, ENTÃO, CADA CHAMADO MEU DEVERÁ SER ATENDIDO PRONTAMENTE, SEJA O QUE ESTIVER FAZENDO OU ONDE ESTIVER, EU SEREI O PONTO PRINCIPAL DA SUA EXISTENCIA, E ISSO TE FARÁ FELIZ. AGORA LAMBE AS SOLAS DOS MEUS SAPATOS EM PROVA DA TUA DEVOÇÃO SUA PUTA. Naquele momento devorei cada milimetro dos seus sapatos, uma espécie de confirmação para tudo o que ela havia dito, e enquanto eu me entregava Ela sorria, sabendo que dali em diante, eu era sem dúvida nenhuma, Dela.

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