sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O empréstimo

   Eu já havia me entregado ao BDSM há alguns anos, tendo minha Dona como diretriz de todos os meus pensamentos, aprendizado e doutrina. Minha zona de conforto foi brutalmente impactada quando fui informada de que seria emprestada para um casal durante um final de semana. As poucas horas que pude refletir sobre o assunto, me apavoraram, tive poucas horas pois soube do empréstimo na sexta-feira a tarde e tudo começou a acontecer na mesma sexta-feira a noite.
   Minha Dona me arrumou caprichosamente, sem roupas íntimas, um vestido clarinho de alças, desclaça e com um pequeno lacinho na cabeça, para dar graciosidade a cadela, disse ela. Me levou de carro até o local combinado, uma casa em um bairro tranquilo do outro lado da cidade. Ao chegar no local, o casal já nos aguardava em frente da casa. Descemos do carro e eu sentia um frio percorrendo toda a espinha, me mantive calada todo o tempo, apenas beijei as mãos dos dois sob a ordem da minha Dona. Eles conversaram durante um tempo e eu me mantive afastada, de cabeça baixa. Minha Dona se aproximou de mim, mandou olha-la e eu o fiz, ela me disse: SABE QUE ME PERTENCE, ENTÃO É MEU OBJETO, E SENDO ASSIM FAÇO COM VOCE O QUE QUISER. VOCE ESCOLHEU DEIXAR SEU CORPO E SUA ALMA SOB MINHA RESPONSABILIDADE, ENTÃO NÃO SE ATREVA A ME QUESTIONAR, CUMPRA ESSA ORDEM COMO CUMPRIU A TODAS AS OUTRAS, NA SEGUNDA-FEIRA SABEREI DE TUDO O QUE ACONTECER DURANTE ESTE FINAL DE SEMANA, E EU ESPERO NÃO TER RECLAMAÇÕES SUAS QUE GEREM UM CASTIGO SEVERO. Depois de ouvi-la, mantive-me resignada e de cabeça baixa, e dessa forma entrei na casa sob as ordens da mulher, entrei e eles permaneceram mais alguns minutos no portão conversando com minha Dona. Fiquei imóvel ao lado da porta e assim que eles entraram, a porta se fechou. Nesse momento, senti uma vontade de sair correndo e agarrar nas pernas da minha Dona, me senti como uma criança deixada de lado. Mas sabia que não podia fazer o que tinha vontade, mesmo porque, minha Dona sempre deixou claro que eu não tinha vontade, eu era uma extensão dela, portanto, sua vontade devia ser a minha também.
   Os dois me olhavam fixamente de cima a baixo, andando a minha volta, a mulher se apriximou, tirou me cabelo de lado  me cheirou, tirou as alças do meu vestido de lado, o que o fez cair no chão e fiquei nua. O homem, sentado em uma poltrona, alisava seu membro por cima da calça, e me olhava sério, ele mandou me aproximar, abrir as pernas, virar de costas para ele e arquear o corpo para frente, obedeci e desta forma fiquei totalmente exposta aos olhos dos dois, para a inspeção, me elogiaram pois eu estava depilada corretamente. Ele então mandou que voltasse a ficar ereta e virasse de frente, continuei obedecendo, e dessa vez quem inspecionou foi a mulher, apertou meus seios e os manipulou bastante para sentir o peso e textura. Quando terminou a inspeção me mandou ajoelhar, a essa altura o membro dele já estava fora da calça e ereto, ela se abaixou ao meu lado, entrelaçou seus dedos nos meus cabelos e empurrou minha cabeça em direção ao membro, tive que agrada-lo como ele quis, chupando e lambendo de cima abaixo, sugando e lambendo suas bolas, alisando com a língua a cabeça do seu membro. Depois de um bom tempo, ela mesma retirou minha cabeça dali, puxando meus cabelos, se levantou e disse: AGORA EU! Levantou a saia que usava, tirou a calcinha, sentou no colo do homem, abriu as perans e novamente puxou meus cabelos, agora na direção do seu sexo, tinha um gosto forte e era bem quente, fiquei ali mais um bom tempo. Quando ela se levantou, me fez levantar também, sempre pelos cabelos, e me manteve segura assim, o homem também levantou-se e ela me colocou ajoelhada na poltrona em que eles estavam, pude ver pelo reflexo do grande espelho que havia a frente da poltrona, o momento em que desabotou o cinto que usava, o tirou e o dobrou ao meio, ele manteve-se em pé, enquanto ela aplicava fortes palmadas em minha bunda, certamente para esquenta-la e prepara-la para surra que viria, foram umas quinze acho, fortes, estaladas e ardidas. Ela se afastou, ele se aproximou, e sem mais esperar, me deu a primeira cintada, mais forte do que eu podia imaginar, o contato do cinto com a minha bunda criava sons altos, e dores intensas. A surra terminou 10 minutos depois, mas foram 10 minutos longos e doídos.
   Fui retirada da poltrona pela mulher e levada para o quintal nos fundos da casa, lá ela me refrescou da surra com um banho de jato de mangueira fria, além do frio, doeu, pois, ela intencionalmente mirava os jatos nas partes mais sensiveis, mamilos e as marcas da bunda, me proibiu de proteger qualquer parte do corpo e mandou que eu ficasse rodando lentamente, para que os jatos atingissem todas as partes que ela quisesse. Depois do banho ela me levou até o local que seria minha morada durante o fim de semana, um pequeno comodo no fundo do quintal, me colocou lá dentro e trancou a porta por fora. Era um local de uns oito metros quadrados no máximo, com um colchonete fino e um lençol, num dos cantos haviam dois potes, um com água e outro com pão despedaçado. Depois de me esquentar um pouco com o lençol, usufrui daquela refeição que me era ofertada. Não demorei a adormecer, o cansaço era grande, e além do mais o fim de semana estava apenas começando...

continua

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