Com o tempo passando, a lembrança se distanciava mais e mais, e a vontade de ter algo parecido com aquilo que ela me proporcionou ficava cada vez mais intenso, as vezes tinha ímpetos de correr até a mesa dela e implorar por sua humilhação, implorar para que me usasse novamente como seu objeto, mas me continha, tinha medo da reação dela.
Depois de quase um mes, tudo voltou a tona quando esbarrei com ela no banheiro. Eu estava saindo de uma das cabines e deparei com ela na porta, levei um susto, pois ela me empurrou rápido para dentro de novo, para que ninguém nos visse ali juntas. Entramos na cabine, ela trancou a porta e me olhava séria fixamente, meu coração batia tão forte que nem sei explicar. Repentinamente ela me deu um forte tapa no rosto que me fez cambalear, e após o tapa disse: O QUE ESPERA PRA SE AJOELHAR DIANTE DA TUA DONA SUA IMUNDA? Eu ainda meio tonta pelo tapa recebido, obedeci e me ajoelhei no pequeno espaço, ela colocou seu pé direito sobre o vaso sanitário e me mandou lamber, ela usava naquele dia um scarpin preto, e eu comecei a lambe-lo desesperadamente, eu desejava aquilo como se deseja água quando se está morrendo de sede. Lambi ferozmente cada centimetro daquele sapato que ela propositalmente mexia para que minha língua entrasse em contato com o vaso sanitário tambem, mas eu não me importava em laber aquele assento também, desde que pudesse continuar a lamber e beijar aquele sapato.
Ela permitiu que eu me lambuzasse o quanto ela quis, quando desceu o pé, fiquei com aquele gosto de quero mais na boca, e cheguei a lamber no vazio por alguns segundos, o que lhe causou uma gargalhada baixinha, pois estavamos dentro do banheiro. Quando me recompus, ela me trocou de lugar, levantou seu vestido, abaixou sua calcinha e se sentou no vaso sanitário com as pernas abertas, pegou minhas mãos e juntou-as formando uma conchinha, as posicionou bem abaixo do seu sexo e como um presente, o mais belo presente, urinou, senti aquele líquido dourado quente escorrer pelas minhas mãos, e já enlouquecida de tesão, chorando e sorrindo ao mesmo tempo, me aproximei do vaso sanitário e tentei alcançar algumas gotas com língua, mas não consegui, o maximo que senti foi o calor que estava entre seu sexo e o vaso. Ela então disse: USA TUAS PATAS CADELA! APROVEITA CADA GOTA QUE FICOU NELAS E LAMBE TUDO, SENTI O GOSTO DA TUA DONA! Sem pensar levei as mãso a boca e me deliciei com o gosto do seu mijo, com o sabor daquele líquido dourado, quente e forte, lambi tudo que pude enquanto ela me observava como se observa um animal faminto. Meu corpo tremia inteiro de tanto tesão, ela levantou meu rosto delicadamente pelo queixo e me olhando fixamente me presenteou novamente, só que desta vez com seu beijo de Rainha, uma cuspida intensa e forte que atingiu meus olhos, nariz e boca. Sem forças e com a voz sumida e tremida eu agradeci. Ela se levantou, se recompos, cuidadosamente olhou para se certificar de que ninguem estava no local e saiu. Fiquei ali ainda por alguns minutos, ajoelhada, com as mão úmidas e o rosto coberto pelo seu beijo. Quando consegui me recompor voltei ao trabalho, sem concentração alguma, mas voltei....
continua
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