terça-feira, 20 de setembro de 2011

O sabor da humilhção 2 - continuação

      Dias se passaram depois daquela tarde naquela sala, e durante esses dias o comportamento de Anne quanto a mim permanecia o mesmo de quando nos conhecemos, indeifrente. Porém, algo em mim mudou completamente depois do momento que vivi com ela. Meus pensamentos não eram mais os mesmos, tudo parecia clarear na minha mente, com o passar dos dias pude refletir o que era aquela atração que tinha por ela, era algo além do que qualquer denominação como heterossexual, homossexual, bissexual, enfim, todas essas que já conhecemos, era muito mais forte.
      Com o tempo passando, a lembrança se distanciava mais e mais, e a vontade de ter algo parecido com aquilo que ela me proporcionou ficava cada vez mais intenso, as vezes tinha ímpetos de correr até a mesa dela e implorar por sua humilhação, implorar para que me usasse novamente como seu objeto, mas me continha, tinha medo da reação dela.
      Depois de quase um mes, tudo voltou a tona quando esbarrei com ela no banheiro. Eu estava saindo de uma das cabines e deparei com ela na porta, levei um susto, pois ela me empurrou rápido para dentro de novo, para que ninguém nos visse ali juntas. Entramos na cabine, ela trancou a porta e me olhava séria fixamente, meu coração batia tão forte que nem sei explicar. Repentinamente ela me deu um forte tapa no rosto que me fez cambalear, e após o tapa disse: O QUE ESPERA PRA SE AJOELHAR DIANTE DA TUA DONA SUA IMUNDA? Eu ainda meio tonta pelo tapa recebido, obedeci e me ajoelhei no pequeno espaço, ela colocou seu pé direito sobre o vaso sanitário e me mandou lamber, ela usava naquele dia um scarpin preto, e eu comecei a lambe-lo desesperadamente, eu desejava aquilo como se deseja água quando se está morrendo de sede. Lambi ferozmente cada centimetro daquele sapato que ela propositalmente mexia para que minha língua entrasse em contato com o vaso sanitário tambem, mas eu não me importava em laber aquele assento também, desde que pudesse continuar a lamber e beijar aquele sapato.
      Ela permitiu que eu me lambuzasse o quanto ela quis, quando desceu o pé, fiquei com aquele gosto de quero mais na boca, e cheguei a lamber no vazio por alguns segundos, o que lhe causou uma gargalhada baixinha, pois estavamos dentro do banheiro. Quando me recompus, ela me trocou de lugar, levantou seu vestido, abaixou sua calcinha e se sentou no vaso sanitário com as pernas abertas, pegou minhas mãos e juntou-as formando uma conchinha, as posicionou bem abaixo do seu sexo e como um presente, o mais belo presente, urinou, senti aquele líquido dourado quente escorrer pelas minhas mãos,  e já enlouquecida de tesão, chorando e sorrindo ao mesmo tempo, me aproximei do vaso sanitário e tentei alcançar algumas gotas com língua, mas não consegui, o maximo que senti foi o calor que estava entre seu sexo e o vaso. Ela então disse: USA TUAS PATAS CADELA! APROVEITA CADA GOTA QUE FICOU NELAS E LAMBE TUDO, SENTI O GOSTO DA TUA DONA! Sem pensar levei as mãso a boca e me deliciei com o gosto do seu mijo, com o sabor daquele líquido dourado, quente e forte, lambi tudo que pude enquanto ela me observava como se observa um animal faminto. Meu corpo tremia inteiro de tanto tesão, ela levantou meu rosto delicadamente pelo queixo e me olhando fixamente me presenteou novamente, só que desta vez com seu beijo de Rainha, uma cuspida intensa e forte que atingiu meus olhos, nariz e boca. Sem forças e com a voz sumida e tremida eu agradeci. Ela se levantou, se recompos, cuidadosamente olhou para se certificar de que ninguem estava no local e saiu. Fiquei ali ainda por alguns minutos, ajoelhada, com as mão úmidas e o rosto coberto pelo seu beijo. Quando consegui me recompor voltei ao trabalho, sem concentração alguma, mas voltei....

continua

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