sábado, 8 de outubro de 2011

Cadelas exalam

   Sempre ouvi dizer que uma vez cadela, sempre cadela, e que não importa onde for, ou em que situação esteja, quem conhece o que é uma verdadeira cadela sente de loge o cheiro de uma. Acredito também na atração dos semelhantes, pois sempre tem por perto alguém que deseja as mesmas coisas que voce.
   No final do ano passado decidi viajar, ficar reclusa em meus pensamentos, fui para um hotel fazenda no interior do estado, passar as festas de fim de ano com sossego e reflexão, levei apenas meu notebook e uma pequena mala de roupas. Chegando lá, dispus meus pertences no quarto e fui caminhar, conhecer o lugar, e quando voltei para o quarto encontrei a camareira ajeitando as toalhas de banho, a cumprimentei e ela retornou com um seco balançar de cabeça positivamente, notei que era séria e não dei continuidade a nenhum diálogo. Fui para a varanda contemplar o por do sol, lindissimo, e quando voltei ela já não estava mais lá. No dia seguinte levantei bem cedo e fui novamente caminhar após o café da manhã, na volta do passeio me informaram na recepção que a camareira estava arrumando meu quarto, de repente a ficha caiu, eu tinha deixado meu note aberto em um blog com tema BDSM, corri para quarto para ver se conseguiria evitar que ela visse, mas era tarde, ela não só tinha visto, como estava sentada em frente a ele lendo o que havia ali. Assim que vi aquela cena gelei, pensei em mil coisas na hora e ao mesmo tempo não conseguia dizer nada, entrei calmamente e assim que ela me viu não fez menção de se levantar, ao contráro continuou ali, como se o assunto tratado fosse parte do cotidiano dela, e sem restrição nenhuma começou a dizer: ESSE BLOG É MUITO BOM, TEM DIVERSOS TEMAS INTERESSANTES SOBRE O BDSM. Eu então tomei coragem e perguntei: Voce conhece sobre o tema? SIM! Ela me respondeu. E ALÉM DE CONHECER O TEMA CONHEÇO TAMBÉM DE LONGE UMA SUBMISSA COMO VOCE, ASSIM QUE COLOCOU OS PÉS NESSE HOTEL SABIA O QUE VOCE ERA! Disse tudo isso sem me olhar, fixada no computador. Eu então disse: Como sabe disso, andou fuçando mais coisa além desse blog? Ela se levantou calmamente da cadeira, parou na minha frente e disse: PRIMEIRAMENTE, NÃO É NECESSÁRIO FUÇAR EM NADA PRA SENTIR O CHEIRO DE CADELA QUE EXALA DE VOCE, E EM SEGUNDO LUGAR VEJA COMO FALA COMIGO, TENHO A CHAVE DO SEU QUARTO, ENTRO E SAIO A HORA QUE QUISER, E SE DE REPENTE ME ABORREÇO COM SEU JEITO DE CADELA PETULANTE, POSSO ENTRAR AQUI NO MEIO DA NOITE E LHE APLICAR O CORRETIVO QUE MERECE. Fiquei de boca aberta ouvindo o que ela dizia, e ela continuou: PERCEBO QUE SEU FARO DE CADELA NÃO ESTÁ MUITO BOM, SE AINDA NÃO NOTOU SOU UMA DOMME, QUE APESAR DE TRABALHAR SERVINDO OS CLIENTES DESsE HOTEL, GOSTO DE SER SERVIDA POR CADELINHAS COMO VOCE, PRINCIPALMENTE COM ESSE SEU JEITO MAL CRIADO, ADORO COLOCA-LAS EM SEU DEVIDO LUGAR. Ainda extasiada com o que ela disse e meio atordoada, pedi desculpas, ela por sua vez manteve-se séria e disse: A PALAVRA DESCULPA NÃO SIGNIFICA NADA PRA MIM VINDO DE VOCE, E VOCE COMO CADELA DEVE SABER COMO SE DESCULPAR COM UMA DOMME, ENTÃO FACILITE, SE VOCE ENTENDEU O QUE DISSE, DEIXE A PORTA DO SEU QUARTO DESTRANCADA ESSA NOITE, NO FINAL DELA VOCE SABERÁ SE SUAS DESCULPAS SERÃO ACEITAS OU NÃO. Dizendo isso saiu calmamente, como se nada tivesse acontecido, me sentei na cama e fiquei pensando como aquilo podia ser possível, deitei para refletir e acabei adormecendo, acoredei com o telefone do quarto, era a recepcionista avisando que o almoço seria servido, me levantei, tomei um banho e fui para o restaurante, durante o resto do dia aquilo que havia acontecido não saia da minha cabeça, e ainda no final da tarde esbarrei novamente com ela pelos corredores, e ela agiu como se nada tivesse ocorrido pela manhã. A noite chegou, e depois de ler um pouco decidi me deitar, e, ainda desacreditada, resolvi deixar a porta sem tranca, não sabia o que esperar, mas queria pagar pra ver. Acabei dormindo e acordei assustada com com um fecho de luz que vinha do corredor, a porta havia sido aberta, e depois de esfregar os olhos tive a certeza, era ela, diferente do que havia visto de manhã, cabelos soltos, cacheados e longos, o mesmo olhar sério, ela entrou, fechou a porta, dessa vez a chave, se aproximou de mim, que já estava sentada na cama, parou na minha frente, e sem dizer nada segurou meu rosto por alguns minutos, colocou um de seus pés sobre a cama, calçava uma bota preta cano longo e bico fino, sem desviar o olhar de mim, cuspiu na bota e disse: QUERO BEM LUSTRADA! PODE COMEÇAR A LAMBER! Me deixei deslizar pela beirada da cama, ficando ajoelhada por entre suas pernas, me aproximei de seu pé e comecei a lamber, misturando minha saliva com a dela, lustrando, como ela havia mandado, lambi de cima a baixo, sola e salto, ela desceu seu pé e encostou seu sexo no meu rosto, por cima da calça preta que usava, senti seu cheiro, colocou minha cabeça para trás, encostada na cama e me prendeu com suas coxas, o calor e o cheiro que exalavam dela eram inebriantes, ela me sufocava forçando seu sexo contra meu rosto e dizia: SENTE O CHEIRO DE UMA DOMME SUA VADIA, EU QUERO ESSE CHEIRO ENTRANDO PELAS SUAS NARINAS E SE INSTALANDO NA SUA GARGANTA! Me deixou ali por mais alguns miutos, quando se levantou minha respiração estava ofegante, ela continuou me olhando séria, me segurou pelo pescoço, me sufocando novamente enquanto me fazia levantar dali, me jogou sentada na cama, arrancou minha camisola e começou uma sessão de tapas, apertões e beliscões nos meus seios, eu de olhos fechados me entregava aquele momento e aquela mulher, gemia baixinho enquanto ela torturava meus bicos com apertões que pareciam que iam esmaga-los, me puxando por eles, me fez levantar e ficar totalmente de pé, e com um tapa na cara me jogou novamente na cama, dessa vez de bruçus, alisou minha bunda e a apertou com força, sentou-se sobre minhas pernas e espancou minhas nadegas com as palmadas, a cada palmada meu corpo estremecia e esquentava cada vez mais. Quando se levantou, me ordenou: AJOELHA! E colocou novamente seu pé sobre a cama, dessa vez levou minhas mãos para que a descalçasse, um depois o outro, me fez tirar sua calça também e a calcinha ordenou que eu tirasse com a boca, obedeci. Com seu sexo exposto me fez deitar e novamente sufocou minha face, mas dessa vez disse: CHUPA VAGABUNDA, ESSE É O PEDIDO DESCULPAS QUE POSSO PENSAR EM ACEITAR! Chupei aquela mulher como nunca havia chupado ninguem, arranquei gemidos e seu gozo direto na minha boca, ela caiu extasiada ao meu lado e depois de alguns minutos disse: DESCULPAS ACEITAS CADELA, E TEM MAIS, TENHO UM PRESENTE PRA VOCE. Me puxou pelo braço e me levou até o banheiro, lá me fez ajoelhar novamente, colocou seu sexo a poucos centimetros da minha boca e despejou seu líquido quente e dourado direto na minha garganta, encheu minha boca até escorrer pelo meu corpo e me banhar com aquele presente. Fiquei ali curtindo aquele momento enquanto ela tomava uma chuveirada, quando ela saiu eu entrei, e quando eu sai, ela estava terminando de se vestir no quarto, olhei pra ela sem dizer nada, e ela da mesma forma saiu do quarto, e naquele silencio me deitei novamente, e encolhida na cama sentia ainda seu gosto e seu cheiro, exausta adormeci. Infelizmente não tivemos outra noite como aquela, os demais dias que passei no hotel, esperei ansiosa com a porta destrancada todas as noites, mas ela não se abriu mais, fui embora na data marcada, e enquanto finalizava minha estadia recebi da recepcionista uma carta que deixei para ler no carro, a carta dizia: SUA ESPERA POR MIM TODAS NOITES EM QUE ESTEVE HOSPEDADA FOI SEU CASTIGO PELA SUA MALCRIAÇÃO, PUDE CONTEMPLAR DE LONGE TODAS VEZES QUE ENTRAVA EM SEU QUARTO NO MESMO HORÁRIO E NÃO TRAVAVA A PORTA, VOCE NÃO IMAGINA O PRAZER QUE ME DEU VER SUA VONTADE DE PUTA QUERENDO SE ENTREGAR NOVAMENTE AO MEU DOMINIO E SE FRUSTRANDO TODAS AS MANHÃS. TALVEZ ASSIM VOCE APRENDA A FAREJAR MELHOR QUANDO ENCONTRAR UMA DOMME EM SEU CAMINHO. ATÉ UM DIA!

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