Diante daquele que te domina sem explicação o corpo e a alma, entendemos o que muitos não entendem, o prazer de servir, de tornar-se o instrumento para o completo contentamento do dominante. Sentimo-nos capazes de ultrapassar limites de convenções sociais em busca do prazer mutuo.
A paz e a satisfação criada no momento em que voce esta ajoelhada, nua, exposta ao extremo e é usada e provoca prazer aquele ser, é incrivelmente avassalador. O gosto da satisfação parece vir a boca quando seu corpo estremce após sentir o contato da palma da mão com sua pele, o calor que vem daquele ato avermelha a pele e põe fogo na alma.
Um encontro, um lugar, uma hora, não existe momento específico para a entrega, comprovei isso em um restaurante, onde estive jantando com minha Dona. A príncipio seria um jantar comum, não fosse nosso desejo de dominar e ser dominada que exalava daquela mesa. Estavamos aguardando o pedido, tomavamos uma taça de vinho tinto quando percebi que seu olhar mudou, me fitava séria e sedenta ao mesmo tempo, conhecia aquela feição, um frio me percorreu a espinha ao imaginar que ela me dominaria ali, em frente a todos, ao mesmo tempo sabia que ela jamais faria isso abertamente, é muito discreta. Ela então levantou sua taça para brindarmos, fizemos o brinde, e me olhando fixamente tomou um gole e discretamente devolveu o gole para o copo, empurrou-o para minha direção e pegou a minha taça, sorriu e aguardou sem dizer nada, sabia o que ela queria, ou melhor o que ela ordenava com aquele sorriso, peguei a taça e tomei o vinho que estava ali misturado ao seu fluído, sua satisfação foi imediata e consequentemente a minha também. Quando o jantar chegou, antes de iniciarmos a refeição ela me entregou sua bolsa e me mandou ir ao banheiro. Obedeci, chagando lá abri e retirei um bilhete que estava bem em cima, que dizia o seguinte: COLOQUE ESTE PRESENTINHO NO SEU ANUS E VOLTE IMEDIATAMENTE PARA NOSSA MESA. Retirei o pacote que havia ali, entrei em uma das cabines, levantei minha saia e chupei o objeto para lubrifica-lo, coloquei um dos pés em cima do vaso sanitario, me agachei um pouco para receber livremente o membro de plástico, e com calma e paciencia consegui introduzi-lo completamente em mim, abaixei a perna e a saia, dei uma leve rebolada para que o objeto se encaixasse por completo. Saí dali morrendo de medo que ele escapasse, caísse no chão e todos vissem, tentei andar o mais normalmente possível e retornei para a mesa, ela me olhou e disse: ASSIM QUE EU GOSTO, OBEDIENTE COMO UMA PERFEITA VADIA! Me sentei e senti o membro ir mais fundo ainda, me ajeitei enquanto ela me observava, percebendo meu desconforto. Devolvi a bolsa a ela e iniciamos nosso jantar. Por baixo da mesa senti o pé dela roçar nas minhas pernas e forçar a abertura delas, fui obediente, ajeitei minha saia discretamente para cima, para ter mais mobilidade e abri minhas pernas, coloquei minha cadeira mais para frente e logo senti a sola de sua bota entrar em contato com meu sexo, e lentamente acaricia-lo enquanto ela continuava a comer, como se nada estivesse acontecendo, comecei a ficar molhada, sua caricia e o objeto no meu anus estavam me enlouquecendo, tive que me controlar muito para não gemer ali. A caricia continuou até o fim do jantar, pedimos a conta e fomos embora. Uma vez dentro do carro, ela dirigiu até um mirante ali próximo, e com os vidros filmados fechados, ela soltou seu cinto de segurança e o meu também, colocou certeiramente sua mão na entrada do meu sexo e em poucos segundos seus dedos estocavam dentro de mim com força enquanto ela me olhava friamente. Seus dedos, o objeto, a violencia tudo colaborou para que gozasse intensamente, escorrendo pelo estofado do veículo. Ela colocou sua mão na minha boca e eu limpei cada centimetro dos seus dedos, um tapa forte finalizou aquele momento de devoção. Ela colocou seu banco todo para trás, levantou seu vestido e começou a acariciar seu sexo, sem dizer nada, de olhos fechados curtia aquele momento, eu a olhava desejando fazer parte daquilo, mas esperei que ela me incluisse, e foi o que fez, quando já estava bem molhada, enganchou seus dedos nos meus cabelos, pela minha nuca e me aproximou dela, o cheiro que vinha da sua calcinha era enlouquecedor, ela a afastou de lado e pude então entrar em contato com a pele do seu sexo, quente e melada, lambi cada gota que ela expelia, suguei seu prazer, e a fiz gozar ali, na minha boca. Ela me soltou e pude voltar a sentar corretamente no banco. Ela permaneceu alguns minutos calada, curtindo aquele momento. Fomos embora, ela me levou até a porta de casa, eu já estava saindo do carro depois de me despedir dela, quando ela encostou atrás de mim, levantou minha saia de lado, com uma mão tapou minha boca e com a outra de uma só vez arrancou o membro que me preenchia por trás, não fosse sua mão a me calar, certmente metade do quarteirão teria ouvido meu grito, tamanha dor que senti. Ela me soltou e eu saí do carro, fechei a porta, ela sorriu segurando o objeto e deu partida. Fiquei ali ainda alguns segundos sentindo o vazio que a falta do plug me causava, e depois fui para casa, tomei um banho e dormi plenamente satisfeita, e sei que ela também.
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