sábado, 15 de outubro de 2011

Sessão de cinema

   Uma tarde no cinema, um programa comum e divertido para muitas pessoas, para mim foi mais que isso, foi uma tarde de submissão, entrega e confiança. Recebi a ligação da minha Dona me convidando para assistir um filme naquela bela tarde de quarta-feira, o dia estava com um clima agradável, e ela decidiu que deveriamos aproveitar nosso momento de folga juntas, fiquei muito feliz.
   Chegamos ao cinema, e ela foi diretamente para o guiche mais vazio, comprar os ingressos para o filme menos procurado, percebi então que ela queria tranquilidade e poucas pessoas por perto, e que certamente aquele passeio seria ainda melhor do que havia imaginado.
   Adentramos a sala que já se encontrava escura, fomos em direção as cadeiras mais altas, a última fileira e nos acomodamos por lá. Assim que nos sentamos o filme foi iniciado, e com a pouca claridade deu para perceber nada mais do que tres pessoas além de nós lá dentro, e bem distante de nós. Ela me olhou séria e mandou que me ajoelhasse a sua frente, obedeci, ela então levantou minhha blusa deixando meus seios para fora e tambem minha saia, me expondo por completo, encostou-se confortavelmente na poltrona e começou a esfregar as solas de suas sandálias nos meus seios, elevou um de seus pés até meu rosto,  e alisou-o com sua sandalia, forçou a entrada na minha boca e eu lambi e chupei a ponta de seu pé calçado, seu outro pé já havia alcançado meu sexo e lhe aplicava leves chutes, me fazendo pulsar de tesão. Tirou o pé da minha boca e colocou sua mão nela, e a fez entrar como faz em um delicioso fisting, dedo a dedo, até que quase metade da sua mão estava lá dentro, forçou ainda mais a aentrada, o que me provocou ansia, já que chegou a encostar na minha garganta, quando a ansia veio, ela tirou sua mão e me disse: SE VOCE COLOCAR ALGO PARA FORA TE FAREI LIMPAR ESSE CHÃO COM A LINGUA! Me restabeleci e ela voltou a penetrar sua mão em minha boca, me provocava a ansia a todo tempo e eu me segurava ao máximo, não queria aquele castigo, quando ela retirou a mão da minha boca de vez, ofegante agradeci, e babava como uma cadela, ela me olhou e disse: IMUNDA! NÃO PASSA DE UMA VADIA PORCA. Abaixei a cabeça para receber aquela humilhação. Novamente ela se recostou na poltrona, abriu suas pernas e me fez faze-la gozar, eu fiz, alegre por me permitir fazer isso por ela. Quando o filme acabou eu estava de quatro servindo de descanso para seus pés, ela me permitiu levantar e me arrumar antes das luzes se acenderem, saímos do local como se nada tivesse acontecido, e acreditadas de que ninguem tinha percebido nada, porém um homem que se aproximou nos mostrou que estavamos erradas, ele se apresentou e disse sem meias palavras: VOCES FORAM RESPONSAVEIS PELA MELHOR PUNHETA DA MINHA VIDA! Disse isso e saiu. Mais tarde já em casa fui castigada, minha Dona acreditava que a culpa teria sido minha por aquele homem ter percebido o que aconteceu. Fui embora de sua casa com o corpo dolorido pelas quinze cintadas que havia levado no castigo, nas costas, bumbum e coxas. Todavia, não posso reclamar, a tarde foi muito melhor do que eu poderia imaginar.

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