Ao completar 18 anos de idade e passar em um vestibular disputadíssimo em uma universidade pública, fui obrigada a me mudar da casa dos meus pais, a cidade onde se localizava a universidade ficava há muitos quilometros dali e eu não conseguiria frequentar. Combinamos então que minha família pagaria a metade de um aluguel e me mandaria uma quantia singela para que eu não passasse necessidades durante os estudos, já que meu pai preferia que eu não trabalhasse durante o período da faculdade. Uma vez com tudo resolvido, o segundo passo era conseguir alguém para dividir um aluguel, procurei por dias nos classificados até que encontrei um anúncio bem razoável que dizia o seguinte: PROCURA-SE MOÇA UNIVERSITÁRIA PARA DIVIDIR AP. FAVOR ENTRAR EM CONTATO E FALAR COM CAROLINA. Na mesma hora liguei e depois de curta conversa fechamos o acordo, e depois de uns 15 dias eu já estava instalada.
Nos primeiros dias, tudo correu de forma tranquila e normal, tirando o fato de que a achei muito mandona, seu jeito de falar era ríspido, tudo era: PEGA PRA MIM! TO COM SEDE PEGA AGUA PRA MIM, entre outras coisas. O tempo foi passando e ela continuava da mesma forma, e o engraçado é que aquela situação não me revoltava, nem me incomodava, eu fazia tudo o que ela pedia, ou melhor, mandava, porque em seus mandos e desmandos não haviam as palavras por favor ou obrigado, todas soavam como ordens mesmo, e como disse, não me incomodavam. Em pouco tempo eu já era responsável por todas as tarefas da casa, lavar, passar, cozinhar, limpar, tudo, ela simplesmente estudava e usufruia da casa. Até que um dia pedi que ela me ajudasse na tarefa de dobrar umas roupas para que eu passasse depois, ela levantou o olhar do livro que estava lendo sentada no sofá da sala, com os cabelos presos num coque meio despenteado, de óculos, segurando uma caneca de chocolate quente e de pijama, me disse: ESTOU ESTUDANDO E NÃO VOU PARAR PARA FAZER COISAS DA CASA. Voltou a ler e eu respondi: Mas, eu sempre concilio o trabalho da casa com os estudos, porque não pode me ajudar? Ela novamente levantou o olhar, soltou o livro que lia em cima do sofá e a caneca em cima de uma mesinha, veio em minha direção paraou bem na minha frente e com voz baixa e ao mesmo tempo ríspida disse: SERÁ QUE VOCE AINDA NÃO PERCEBEU A SUA FUNÇÃO NESSA CASA? SERÁ QUE É TÃO BURRA QUE NÃO CONSEGUE ENXERGAR NEM MESMO O QUE VOCE É? VOCE NÃO PASSA DE UMA EMPREGADINHA! MAS SE VOCE NÃO ENXERGA ISSO, VOU TE EXPLICAR, MAS VOU FAZER ISSO UMA VEZ SÓ PORQUE NÃO TENHO PACIENCIA COM BURRICE. EU MANDO E VOCE OBEDECE, E SABE POR QUE? PORQUE TÁ NOS SEUS OLHOS, NO SEU JEITO E ATÉ NO SEU CHEIRO A SUBMISSÃO, DESDE QUE COLOQUEI OS OLHOS EM VOCE EU SOUBE QUE HAVIA ENCONTRADO A SUBMISSA QUE TANTO PROCUREI, DOCE, SERVIL, DEDICADA, QUE OBEDECERIA MINHAS ORDENS CALADA, QUIETA, COMO UMA BOA SUBMISSA DEVE FAZER. SEI QUE VOCE TAMBÉM SABE O QUE VOCE É, E POR ISSO ACEITA VIVER COMO TEMOS VIVIDO NOS ÚLTIMOS MESES. AGORA VOCE VEM ME DIZER QUE TENHO QUE AJUDA-LA NOS AFAZERES PORQUE VOCE TAMBÉM ESTUDA? SERÁ QUE ME ENGANEI COM VOCE? SERÁ QUE NÃO ESTÁ FELIZ LEVANDO A VIDA DE SUBMISSA QUE SEMPRE ESTEVE GUARDADA DENTRO DE VOCE? SE NÃO ESTIVER, SE ME ENGANEI, QUERO QUE FAÇA SUAS MALAS AGORA E ARRUME OUTRO LUGAR PARA FICAR, MAS SE NÃO ME ENGANEI, O QUE TENHO QUASE CERTEZA, VOCE VAI SE AJOELHAR AGORA E BEIJAR MEUS PÉS, COMO UMA BOA CADELA SUBMISSA. Eu estava estática ouvindo tudo o que ela me dizia, e quando ela terminou e me deu aquele ultimato, fiquei sem saber o que fazer, mas o instinto fala mais alto que a razão, e então me atirei aos pés dela e os beijei com uma devoção que nem eu mesma acreditava. Ela havia descoberto em mim algo que nem eu mesma enxergava, e quando ela deu um passo para trás retirando seus pés da minha boca, fiquei ali ajoelhada de cabeça baixa, sem ação, esperando suas ordens, ela então se esquivou de leve enganchou seus dedos nos meus cabelos e me fez olhar para ela e rompeu o silencio daquele momento com um tapa na minha cara, e esse tapa era o que faltava para que nossa relação BDSM fosse selada, a partir daquele momento eu aceitava minha condição de cadela e sua condição de Senhora. Ela então me disse: AGORA LEVANTA E CONTINUA SEUS AFAZERES, NÃO INTERROMPA MAIS MEUS ESTUDOS, E QUANDO TERMINAR TUDO O QUE TEM QUE FAZER VÁ ESTUDAR TAMBÉM SENTADA NO CHÃO AOS MEUS PÉS. Obedeci, me levantei e continuei em silencio o que estava fazendo antes e quando terminei, peguei meus livros e servilmente me coloquei sentada aos pés dela no chão e comecei a estudar, me sentia plena naquele momento, sabia que ali era o meu lugar.
Os dias foram passando normalmente depois dela me colocar no meu lugar e definir nossos papéis naquela casa, e em uma sexta feira a noite descobri que eu seria mais do que a empregada dela, seria também sua escrava sexual. Naquela noite chegamos juntas da faculdade, ela foi para o quarto dela e eu fui tomar banho, quando terminei, escutei ela me chamar e fui até seu quarto, ela estava deitada, já de camisola, me mandou entrar e ligar a tv e o dvd dela, obedeci e ia saindo quando ela disse: EU MANDEI VOCE SAIR? Parei na porta e disse baixinho : não. Ela então disse: ENTÃO ENTRA E SENTA AQUI DO MEU LADO, me sentei na beirada da cama e quando olhei para a tv estava passando filme de conteúdo adulto entre duas mulheres, ela se aproximou de mim, me abraçou por trás e começou a apertar meus seios, beliscava de forma enlouquecedora meus bicos e dizia baixinho no meu ouvido: UMA CADELA DEVE SERVIR SUA DONA INTEGRALMENTE, E EU VOU USUFRUIR DE VOCE TUDO O QUE EU DESEJAR, AGORA LEVANTA E TIRA ESSA ROUPA. Eu obedeci e em poucos segundos estava nua para ela, ela por sua vez me olhava de cima a baixo e me puxou para a cama, subiu em mim e começou a chupar com força os meus bicos, chupava, mordia e beliscava, eu gemia baixinho. Sua mão se encaixou no meio das minhas pernas e brutalmente seus dedos foram introduzidos no meu sexo, eu estremeci, ela fincava seus dedos com força e eu de olhos fechados deliravaa cada fincada, de repente ela me fez virar de bruçus e sentada ao meu lado me deu palmadas fortes e beliscões no bumbum, me fez virar de frente de novo, levantou sua camisola e já sem calcinha sentou-se em cima do meu rosto, me sufocando com seu sexo, ela abafava o som com suas coxas nos meus ouvidos, mas eu podia escutar ela dizer: CHUPA VAGABUNDA, LAMBE A SUA DONA, SENTE O GOSTO DO QUE ESCORRE DE MIM SUA VADIA, VOCE NASCEU PRA ISSO, CHUPA COMO UMA PUTA DO SEU TIPO SABE FAZER. Em meio ao sufocamento e ouvindo aquilo, eu a chupei loucamente, podia ouvir sus gemidos abafados, chupei e suguei tudo o que escorria dela, até seu gozo chegar e inundar minha boca, naquele momento ela caiu deitada ao meu lado na cama e quando recuperou um pouco da força me disse ainda com a voz falha: SAI DAQUI SUA VADIA, VAI PRO SEU CANIL, VOCE JÁ FEZ SEU TRABALHO POR HOJE! Me levantei, recolhi minha roupa e quando já ia saindo ela disse: E QUERO QUE VÁ DIRETO PRO CANIL NADA DE BANHEIRO PELO CAMINHO, QUERO QUE DURMA COM O GOSTO DA TUA DONA NA BOCA CADELA! MAIs uma vez obedeci, como muitas outras vezes durante os quatro anos de faculdade. Fomos cadela e Dona por esse período, e a descoberta da minha submissão me tornou muito mais livre do que já havia sido antes.
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