Eu pertencia a minha Dona já há alguns anos, e nossa relação sempre deu super certo, pois tinhamos o mesmo desejo intenso em dois extremos, o desejo intenso de servir e o desejo intenso de dominar. Apesar de nos encaixarmos perfeitamente, eu sempre tive um grande defeito, o de ter ciúmes da minha Dona, eu sabia que pertencia a ela mas que ela não me pertencia, porém, dentro de mim não conseguia me livrar desse sentimento. E por conta desse comportamento fui castigada inumeras vezes, surras, abstinencias, humilhações e outros mais, porém, logo após o castigo eu me portava como devia, todavia passado algum tempo voltava a errar. Minha Dona se cansou disso e decidiu findar com esse sentimento fazendo digamos um tratamento de choque. Em uma tarde de domingo passou uma mensagem ordenando que estivesse pronta para ela no dia seguinte as 20:00 para ser castigada pela minha última demonstração de ciúmes. Li a mensagem e pensei em inúmeros castigos, mas não consegui identificar qual seria, e então comecei já naquela tarde a preparação para ela, iniciei com a depilação completa e a partir da manhã seguinte uma alimentação leve para que o enema, que eu fazia sempre antes de encontra-la, não fosse muito dolorido. No fim da tarde fiz minha última refeição antes de encontra-la e uma hora depois apliquei água morna através do kit enema que tenho. Depois de me certificar de que estava totalmente limpa para ela, tratei de me vestir com capricho, sem exagerar no perfume, ela não gostava de exageros, penteei cuidadosamente os cabelos e fui ao encontro dela. Cheguei em seu apartamento as 20:00 em ponto, e para minha surpresa quem atendeu a porta foi uma outra mulher, que pelos trajes que vestia não poderia ser outra coisa senão uma escrava. Fiquei estática na porta e ouvi minha Dona dizendo: ENTRA CADELA! Eu entrei, ainda com movimentos lentos, sem entender direito o que estava acontecendo. Quando a porta se fechou ela mandou que me aproximasse dela e eu o fiz, ela se levantou, foi na direção daquela outra mulher, passou seu braço pela cintura dela e disse: ESTA É FERNANDA, MINHA ESCRAVA DESTA NOITE! Quando ela disse isso, minhas pernas bambearam, tive vontade de gritar, espernear, colocar aquela estranha pra fora, mas sabia que não poderia fazer isso, então me mantive calada. Ela então disse: FERNANDA, ME SIRVA UMA TAÇA DE VINHO. E ela imediatamente a obedeceu, sem me aguentar mais perguntei a ela: Quer que eu vá embora? Ela então disse: EU MANDEI VOCE EMBORA? QUE EU SAIBA QUEM MANDA AQUI AINDA SOU EU! Abaixei a cabeça e permaneci quieta, a outra lhe serviu o vinho e depois de saborea-lo vagarosamente, minha Dona se aproximou dela e a puxou pelo braço até o sofá, se sentou e a fez ajoelhar no chão, ela ajoelhou e minha Dona lhe ofereceu os pés para serem adorados, eu parecia que ia explodir de tanta raiva, quem devia estar ali era eu, seus pés se encaixavam perfeitamente era na minha boca.
Tive que continuar suportando aquela situação. Minha Dona me olhou e fez sinal para que eu me aproximasse e me ajoelhasse ao lado dela, queria me torturar, me fazer acompanhar aquela cena bem de perto, e ela conseguiu, quando eu sutilmente virava o rosto para não ver, ela acariciava meu rosto, me fazia olhar para ela e sorria, aquele sorriso de satisfação que fazia para mim quando eu adorava seus pés. Aquela sessão de adoração durou mais algum tempo, e minha Dona mandou que a escrava levasse sua taça para a cozinha, e nesse meio tempo me olhou séria, naquele momento não consegui mais fingir que estava tudo bem, e desabei num choro compulsivo, percebendo isso minha Dona fez sinal para que a escrava permanecesse na cozinha mais um pouco, e sem dizer nada continuou a observar meu choro, depois que me acalmei um pouco mas ainda chorando ela levantou meu rosto e começamos um diálogo: - PORQUE ESTÁ CHORANDO SE EU NEM TE BATI? - O que esta fazendo comigo hoje, dói mais que qualquer surra. - E PORQUE DÓI TANTO ASSIM? - Porque não suporto ver outra no meu lugar. - E QUEM DISSE QUE ELA ESTÁ NO SEU LUGAR? - Ela está servindo-a e esse é o meu lugar, ou não é mais? - BEM, PRIMEIRO, SE VOCE ME RESPONDER ASSIM NOVAMENTE JURO QUE DOU UMAS BOAS CHIBATADAS NA SUA LINGUA, SEGUNDO, VOCE É MINHA ESCRAVA E TEM QUE ENTENDER QUE NO MEU CANIL CABEM QUANTOS CÃES E CADELAS EU DESEJAR, ISSO INDEPENDE DE VOCE, NÃO É SEU CHORO QUE ME FARÁ MUDAR MEUS DESEJOS, E SE PRA VOCE ISSO NÃO É BOM VOCE TEM DUAS ALTERNATIVAS, FICAR E SUPERAR ISSO OU PROCURAR OUTRO CAMINHO QUE NÃO O MEU DOM[INIO. ENTÃO VOCE DEVE DECIDIR. E DEVO LHE INFORMAR QUE A CADA NOVA CRISE DE CIÚMES VOCE PRESENCIARÁ SIM UMA SESSÃO COM OUTRO ESCRAVO OU ESCRAVA, POIS DEVE APRENDER QUEM MANDA E DOMINA A SITUAÇÃO. Dizendo isso, fez sinal para que a outra voltasse para sala, virou para mim e disse: AGORA EU VOU PARA O MEU QUARTO SATISFAZER MEUS DESEJOS COM ELA, VOCE FICA AÍ E REFLETE SOBRE TUDO QUE TE FALEI, QUANDO EU VOLTAR QUERO SUA RESPOSTA! Foi então para seu quarto carregando a outra pela coleira, a porta se fechou e depois de alguns minutos comecei a ouvir gritos e o choro da outra, seguido do som do chicote que eu conhecia bem, e quando os gritos cessaram e uns minutos de silnecio se fizeram, comecei a ouvir o gemido da minha Dona, ela certamente estava sendo satisfeita pela outra sexualmente, da forma que eu sabia bem como era. Depois de algumas horas entre gritos, choros e gemidos elas sairam do quarto, minha Dona a levou até a porta, ela beijou as mãos da minha Dona e saiu. Ela veio em minha direção e me olhando séria perguntou: E ENTÃO, O QUE DECIDIU? Sem dizer nada caí aos seus pés, beijando-os e lambendo-os, e em seguida implorando para que ela não me abandonasse, que continuasse na minha domesticação, e que eu seria resignada as suas decisões. Ela me olhou séria e simplismente disse: ME PREPARE UM BANHO! E saiu da sala, sabia que aquilo significava que apesar da minha burrice, tinha me perdoado e continuaria no meu comando. Fui então para o banheiro satisfeita e muito feliz preparar seu banho.
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