O dia amanhaceu, e eu ainda meio desnorteada acordei sem saber bem onde estava, mas não demorei a relembrar o dia anterior, fiquei sentada quieta a espera da servidão que me aguardava. Não demorou para que eu ouvisse alguns barulhos e em seguida a porta se abrindo, era ela, e vinha com um sorriso enigmático que certamente me preparava um longo dia.
Depois de me permitir um banho rápido em um pequeno banheiro nos fundos da casa, ela me levou para dentro, e ele já estava sentado na mesa da cozinha tomando seu café da manhã e lendo seu jornal, ela me colocou de quatro ao lado da mesa e juntou-se a ele no café da manhã. Conversavam animadamente sobre assuntos diversos, ignorando sumariamente minha presença, apenas depois de algum tempo, ambos jogaram farelos de pão e bolo no chão, que eu comi, estava faminta, ela jogou até um pedaço de bolo, mas não permitiu que eu comesse antes de pisa-lo e emaga-lo, e assim que comi limpei seus pés com lambidas.
Depois do café, eles me levaram para o quarto do casal através da coleira, subi as escadas de quatro, entramos no comodo, muito bonito e bem decorado, ele se sentou na beirada da cama, ela subiu e ajoelhada começou a massagea-lo, ele tirou seu calçado e me ofereceu seus pés, ora um ora outro, e eu os labi com devoção, lembrando dos preceitos ensinados por minha Dona, que diziam que um pé ofertado a uma submissa deve ser tratado com devoção e entrega, e assim o fiz, lambi seus dedos, um a um, a sola de cima a baixo, o calcanhar, e todo o restante que me foi oferecido, depois de satisfeito com meu ato, ele acariciou de leve meus cabelos dizendo: BOA MENINA! A mulher desceu da cama, e pelos cabelos me subir e ficar no meio dos dois, e ali deitada entre eles, comecei a receber carinhos diversos, desde pequenos toques até beliscões, tapas e mordidas, eles me utilizavam como sua refeição, ela então me fez levantar da cama me puxando pelos bicos dos meus seios, me colocou novamente no chão, dessa vez deitada de barriga para cima, e com o apoio dele subiu em mim, primeiramente se equilibrou na minha barriga, e ainda com ajuda dele caminhou e manteve-se em pé sobre meus seios, apertando meus bicos com os dedos, eles se beijaram longamente enquanto ela permanecia ali, quando desceu, me fez abrir as pernas, e com o peito do pé começou a aplicar pequenos chutes no meu sexo, chutes esses que foram se intensificando, e no último, não aguentei, fechei as pernas e chorei. Enquanto eu sentia aquela dor os dois me olhavam, ele então despiu-se e ela me fez levantar e ficar ajoelhada e novamente tive que agrada-lo com minha boca, já era segunda vez, então pude fazer ainda melhor para satisfaze-lo, o membro endureceu dentro da minha boca e atingia minha garganta a cada estocada que ele dava, dessa vez ela sentou-se a beirada da cama para admirar a cena, por vezes ele socou o membro na minha garganta e o deixou lá por alguns segundos, que me faziam sufocar e babar como uma cadela, e antes que pudesse recuperar o folego, o membro estava novamente lá me sufocando. Isso aconteceu por um bom tempo, até que o chão estivava com uma poça da minha saliva, ela então não hesitou em esfregar meu rosto ali, dizendo com aspereza: LIMPA SUA IMUNDA, LIMPA A TUA SUJEIRA VAGABUNDA! Ele ali parado alisava seu membro preparando-o para o que viria a seguir, ela me colocou, ainda de joelhos, com o corpo arqueado na cama, ele então disse: AINDA BEM QUE VOCE BABOU BASTANTE CADELA, POIS ESSE SERÁ SEU UNICO LUBRIFICANTE! Após dizer isso encaixou o membro, fechei os olhos e ele socou com tudo, gritei e tive minha boca calada pelas mãos dela, ele continuou forte e ela disse: AGUENTA VADIA, VOCE TA AQUI PRA ISSO, PRA NOS SERVIR POR TODOS OS LADOS! VAGABUNDAS COMO VOCE SERVEM PRA ISSO, PRA SEREM ENRABADAS, SEU RABO VAI TER O FORMATO DO PAU DELE, E SE CONTINUAR GRITANDO, ELE VAI COLOCAR AS BOLAS TAMBÉM! Nesse momento me calei e chorei baixinho enquanto ele desfrutava aquele momento. Ele sem dó aumentou a frequencia, pois estava quase gozando, e eu não aguentei e me desvincilhei do membro, ele acabou gozando fora de mim, ela se enfureceu e começou a gritar: SUA VADIA, VOCE VAI PAGAR CARO POR ISSO! Rapidamente foi até um criado mudo que havia ao lado cama, pegou uma escova de cabelo e começou a me surrar, enfuracidamente, já não aguentava chorar baixinho e comecei a gritar e chorar pedindo clemencia, mas de nada adiantou, ela me surrou o quanto quis e só parou quando ele a segurou e a acalmou, eu fiquei ali caída no chão, chorando e passando a mão nas minhas nádegas, tentando diminuir a dor. Depois que se acalmou me levou para o comodo onde eu havia dormido, me jogou lá dentro, saiu e trancou a porta, mas antes de sair disse: ESTÁ DE CASTIGO, SEM COMIDA E SEM AGUA ATÉ EU DECIDIR QUE DEVE SAIR! Fiquei durante toda a tarde ali, encolhida, com fome e sede.
Já estava anoitecendo quando ouvi o barulho da porta, era ele, e vinha trazendo um pedaço de pão seco, ele se agachou e começou a despedaçar o pão e dar na minha boca e enquanto fazia isso foi dizendo: VOCE TEVE UM COMPORTAMENTO RUIM HOJEE ESTÁ SENDO CASTIGADA POR ISSO, FOI DIFICIL ACALMAR MINHA ESPOSA PARA QUE ELA NÃO VIESSE AQUI NOVAMENTE SURRA-LA, ELA ATÉ ARRANCOU UM GALHO DE ARVORE AQUI DO QUINTAL PARA LHE CASTIGAR DE NOVO, MAS CONSEGUI REVERTER, AGORA VOCE PRESICA SER UMA CADELA OBEDIENTE E REALIZAR TODAS AS NOSSAS VONTADES, AFINAL FOI PARA ISSO QUE SUA DONA NOS EMPRESTOU VOCE, VOCE DEVE SER DÓCIL E RESIGNADA AO QUE DECIDIMOS, CASO CONTRÁRIO NÃO PODEREI MAIS EVITAR QUE APANHE, E NÃO SÓ DA MINHA ESPOSA, MAS DE MIM TAMBÉM! Enquanto mastigava o alimento concordava com a cabeça, ele então terminou de me alimentar e me levou pela coleira até a sala, ela estava sentada na poltrona e me olhou séria, ele me colou a frente dela ajoelhada e eu beijei seus pés como pedido de desculpas, ela manteve-se séria e disse a ele que eu deveria me aprontar para o passeio, ele concordou, foi até uma móvel onde meu vestido estava guardado e me mandou vestir, obedeci. Ela me pegou pela coleira e saímos da casa, os tres. Começamos a caminhar pela rua e paramos em uma pracinha, com pouca gente, eles se sentaram em dos bancos da praça e ele começou a jogar um graveto que havia pego pelo caminho, e me mandou ir busca-lo, fez isso várias vezes, e eu como cadela obedeci todas as vezes. Ela já parecia mais calma e descontraída, rindo com ele, e quando a brincadeira do graveto terminou, continuamos andando pela rua por mais um tempo e depois voltamos para casa, ao chegar, ela me olhou e me mandou ajoelhar, eu obedeci, ela então séria, me acertou um forte tapa na cara, recebi resignada e de cabeça baixa, sem expressar nenhum sinal de descontentamento, ela então disse: DA PRÓXIMA VEZ QUE NOS DESOBEDECER JURO QUE NÃO RESPONDO POR MIM, E SOU CAPAZ DE LHE FURAR OS BICOS DOS PEITOS COM UM ESPETO, VOCE ENTENDEU CADELA? Respondi que sim com a cabeça, fui mandada para o comodo novamente, e depois de alguns minutos a porta foi trancada por fora, não sei se por ele ou por ela, só sei que permaneci alí até o dia seguinte, dessa vez com apenas um pote de agua para passar a noite. Adormeci cheia de dores ainda pela surra.
continua
Que dia você passou, heim? Mas foi bom, não foi??? Parabéns novamente!!! Está uma boa cadelinha!!!
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