Este blog é destinado a pessoas que curtam o BDSM em sua essencia e acreditem nas principais regras dele, o SSC (são seguro e consensual) Portanto todos os contos aqui apresentados são meramente ilustrativos de desejos de submissos(as), escravos(as),Dom(es) em comum, nenhum incentivo a violencia ou qualquer outra coisa que fuja da consensualidade.
sábado, 29 de outubro de 2011
Tarde de domingo - parte 2 - final
O sol já se põe, e eu estou ali, presa aos seus braços que me entrelaçam, me imobilizam durante seu sono restaurador. Meus olhos estão fixos no dia lá fora através da janela, penso em tudo que aconteceu, agradeço mentalmente aquele momento e desejo aquilo mais que tudo durante toda minha vida. Um leve movimento revela que seu sono terminou, sou apertada em seus braços, recebo um beijo na nuca e as seguintes palavras: DOCE ESCRAVA, FOI UMA BOA MENINA, SUPORTOU MEUS CAPRICHOS, E É ASSIM QUE TEM QUE SER, SEMPRE. Sorri em silencio e continuei acomchegada em seu corpo, senti suas mãos tocarem meus seios, meus mamilos serem levemente apertados por entre seus dedos e em seguida segurar e girar meu seio como uma maçaneta, aumentando a intensidade do giro aos poucos, meu corpo já dava sinal de entrega novamente e quieta recebi aquela carícia. Quando sua mão desceu pelas minhas costas, chegou até minhas nádegas e começou a aperta-las, sabia o que viria a seguir, e esperava ansiosamente, e não demorou, logo dedilhava a borda meu anus, massageando-o e relaxando-o para a entrada que aconteceu a seguir, senti naquele momento seu dedo escorregar para dentro de mim, e aos beijos e mordidas em minha nuca, senti a massagem interna já com dois dedos que entravam e saiam gostosamente e me abriam aos poucos, dando passagem para o dedo seguinte até que senti os nós que ficam entre os dedos e a mão, senti empurrar, podia sentir a pulsação e a vontade de me penetrar daquela forma, não ofereci resistencia, e bravamente suportei aquela invasão inédita. Senti meu anus totalmente dilatado quando sua mão mexia-se dentro de mim até o pulso. Sua satisfação ao entrar em mim daquela forma era intensa, podia ouvir sua respiração ofegante e palavras desconexas que não pude entender, mas sabia que demonstravam prazer, um prazer intenso, e eu, ali, sentindo o prazer do momento e o prazer maior de saber que satisfazia a quem pertencia. Ouvi bem baixinho em meu ouvido: QUERO QUE SE MASTURBE E GOZE VADIA! Após esse comando, imediatamente levei minha mão até meu sexo e frenéticamente me toquei, e a mistura do meu toque com a sensação da sua mão atolada em mim, me fez explodir num gozo como poucos que já tive, entrei em um transe meio desfalecida, meio acordada, senti sua mão saindo de mim aos poucos, e quando meu anus ficou livre, senti o vazio, por alguns minutos senti a ausencia daquela mão que já havia moldado meu reto ao seu gosto, até que meu anus se restaurou e a essa altura meu corpo já serenara e pude observar seu caminhar até o banho, novamente olhei para janela e a noite já havia chegado sem que eu percebesse. Uma nova semana atribulada estava para iniciar-se dali algumas horas, e eu me sentia preparada para encara-la, sentia que naquela tarde eu havia me renovado enquanto escrava e mulher.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário