Tarde tranquila, o vento sopra fraco, o sol faz surgir um feche de luz em uma fresta da janela, os vizinhos distraídos com suas vidas pacatas em uma tarde de domingo, nem imaginam que naquele mesmo momento em que todo esse cenário se faz, eu me encontro ali, nua, debruçada sobre as costas de uma cadeira, contraindo meu corpo, sentindo minha pele arder enquanto recebo um castigo, devido e sempre bem aplicado, a paz reina lá fora, enquanto meu corpo estremece a cada golpe e minha alma se purifica do erro cometido.
Já ajoelhada a sua frente,meus olhos estão cerrados devido a iluminação natural que provem da janela, quase não vejo nada, a não ser suas mãos proximas ao meu rosto, e beijo-as, intensamente, agradecendo-lhe mais aquele momento de engrandecimento. Segundos passam e nem percebo como aconteceu, mas já estou novamente em suas mãos, mais precisamente, meu sexo está em suas mãos, e posso senti-las beliscar-me, apertendo fortemente minhas carnes, de modo que meu corpo tenta acompanhar o puxão e recebe um tapa pela ousadia, desabo no chão, em um copioso choro por estar vendo estrelas depois daquele contato. Sinto o peso de seu pé sobre a minha nuca, estou presa entre o chão e a sola de sua bota, inerte, passivel, inferior, um verme que habita o local de origem, , e sem reação me deixo pisar pois pertenço e sei que mereço. Me desvencilha de seu peso e ordena que me levante, obedeço, novamente de joelhos recebo novas carícias em meu sexo, desta vez são leves chutes que me fazem latejar, meu sexo pinga no bico fino de sua bota, é percebido. Sou erguida através de meus cabelos e carregada até a cama, lá sou jogada brutalmente, tento me mexer e já não consigo, estou presa ao seu corpo, seus tapas me tonteiam e não permitem que eu perceba o que me prepara, somente sinto, sinto aquilo encostando nas minhas coxas, é roliço, e ao alcançar minha virilha, percebo sua grossura, minha respiração fica ofegante e ao sentir a pressão feita para sua entrada, me desespero, nada posso fazer, apenas aceitar e esperar, não demorou muito, fui invadida, sem relutar, uma lágrima escorreu no canto do meu rosto, uma que causou seu sorriso, e em meio aquilo tudo, ouvi suas palavras: ALGUMAS VEZES SERÁ ASSIM MINHA LINDA CADELA, ALGUMAS VEZES GOSTO ASSIM, COM FORÇA, VOCE VAI TER QUE APRENDER A SUPORTAR.
Continua...
amiga otimo conto saudades beijoca
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